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sexta-feira, janeiro 25, 2013

PRA QUEM TIRA SARRO DOS MINEIROS...

PRA QUEM TIRA SARRO DOS MINEIROS...

Todo mundo sabe que mineiro tem mania de chamar qualquer objeto de ''trem''.
Mas será que alguém sabe por quê o comboio ferroviário leva esse nome?
Movido pela curiosidade, resolvi então consultar o Aurélio e vejam o quê diz:

Trem: sm.

1. Objetos que formam a bagagem dum viajante.

2. Mobiliário duma casa.

3. Bras. Comboio ferroviário.

4. Bateria de cozinha.

5. Bras. Pop. Treco.

6. Diz-se de pessoa ou coisa ruim, imprestável.

(Bras.: é a abreviatura de Brasileirismo).


Vejam que o sentido de comboio ferroviário é apenas o 3º, e ainda é considerado um ''brasileirismo''.
Segundo especialistas em etimologia: o comboio ferroviário recebeu o nome de trem justamente porque trazia, porque transportava, os trens das pessoas.
Vale lembrar que nessa época o Brasil possuía uma malha ferroviária com relativa capilaridade e o transporte ferroviário era o mais importante.
Assim, era natural que as pessoas fizessem essa associação.


Moral da história

O mineiro é antes de tudo um erudito. Além de erudito, ainda é humilde e aceita que o pessoal dos outros estados tripudie da forma como usa a palavra trem.
Talvez isso faça parte do espírito cristão do mineiro. Ele escuta as gozações e deve pensar: ''que sejam perdoados, pois não sabem o que dizem''.


Para entender melhor

- Brasileirismo é uma expressão ou palavra peculiar do vocabulário lexicográfico do Brasil.

- A quase totalidade dos brasileirismos lexicográficos podem ser classificados em sete grandes grupos:
Tupinismos, Amerindinismos, Africanismos, Arcaísmo, Dialectalismos Portugueses, Brasileirismos semânticos, Criações novas.

- Lexicografia é a técnica de redação e feitura de dicionários. Faz muito tempo que existem dicionários de um tipo ou de outro, mas a maneira como se faziam dicionários na Antiguidade e na Idade Média era muito diferente da que prevaleceu nos tempos modernos.

A INCRÍVEL VISÃO FUTURÍSTICA DO DESENHO ''OS JETSONS''

A INCRÍVEL VISÃO FUTURÍSTICA DO DESENHO ''OS JETSONS''

OS JETSONS foi uma série animada de televisão produzida pela Hanna-Barbera de 1962 a 1963, exibida no Brasil pela TV Excelsior, e depois de 1985 a 1987, exibida pelo SBT.
Essa série introduziu no imaginário da maioria das pessoas o que seria o futuro da Humanidade: carros voadores, cidades suspensas, trabalho automatizado, toda sorte de aparelhos eletrodomésticos e de entretenimento, robôs como criados, etc.
Interessante repararmos a visão futurística do desenho já naquela época. Muitos dos utencílios domésticos, instrumentos de trabalho e do cotidiano usados pela família no desenho acabaram se tornando uma realidade nos dias de hoje.
Qual tipo de informação teriam os desenhistas Hanna e Barbera naquela época sobre o futuro, nossos dias atuais?

Confira abaixo o quê era ficção e acabou virando realidade.

A empregada-robô Rosie é o sonho de muita gente: executa as tarefas de casa com agilidade e ainda faz parte da família.
O Mahru-Z não é muito diferente de Rosie: é capaz de fazer a limpeza da casa, colocar a roupa na máquina de lavar e esquentar a comida no microondas, mas ainda é inviável quando o assunto é fabricação em série.


A videoconferência estava sempre presente nos episódios.
Em casa ou no trabalho, conversar com alguém por imagens e à distância é uma coisa comum, mesmo meio século antes do tempo em que se passam as ações da série.


A videoconferência em Os Jetsons não se resume à TV. Pelo relógio também é possível ter uma conversa cara a cara.
Um conceito de mobilidade que já estamos incorporando, com videochamadas em tablets e smartphones se espalhando por aí.


Essa é para os astronautas: escolha o cardápio na máquina e a comida sai em saborosas cápsulas.


Como a moda em 2062 é se locomover voando, nada mais prático que uma mochila a jato.
Atualmente a empresa Martin acaba de lançar o Martin JetPack, um equipamento com autonomia de vôo de 30 minutos e que pode ser comprado por qualquer pessoa que disponha de $75.000 dólares. Claro que ainda está longe de se tornar um meio de transporte efetivo, na verdade a idéia é que seja um equipamento para diversão.


Veja alguns ítens nos dias atuais que já superaram o desenho...

Para trabalhar em casa, George conta, em 2062, com um computador com menos recursos que nós temos em 2013.

Toda a informação de uma enciclopédia em Os Jetsons cabe na palma da mão, mas não dentro de um disco ou de um pen drive, mas sim em um livro de papel.

George bate o ponto com um cartão-ponto em 2062, enquanto em 2011 a maioria das empresas já faz isso com cartões com chip.

A máquina de escrever de Os Jetsons tem uma vantagem (?): apaga qualquer erro com uma borracha mecanizada.


A visão futurística de Stanley Kubrick

Também impressiona a visão futurística do diretor Stanley Kubrick no clássico dos cinemas 2001: Uma Odisséia No Espaço, produzido a 43 anos atrás, em 1968.

A genialidade de Kubrick já nos mostra no filme uma Estação Espacial em funcionamento.

Atualmente, na vida real, a Estação Espacial Internacional (''International Space Station'' ou simplesmente ''ISS'') é um laboratório espacial atualmente em construção. A montagem em órbita da EEI começou em 1998 e a estação encontra-se em uma órbita baixa, entre 340 km e 353 km.

No filme de Kubrick passageiros realizam viagens espaciais...

...com direito a TVs com tela widescreen...

...e a lanches ao mesmo estilo da alimentação dos astronautas atuais.

Atualmente o turismo espacial é recente e consiste em viagens espaciais realizadas por indivíduos com propósitos não científicos, de puro lazer. O turismo espacial é assegurado pelo programa espacial russo, através de um acordo comercial com a empresa norte-americana Space Adventures.
Mais recentemente a empresa européia de aeronáutica e defesa, EADS apresentou a nave que vai começar a transportar turistas para o espaço a partir de 2012. O veículo espacial poderá partir de uma pista convencional de aeroporto e atingir 60 Km em apenas 80 segundos.

A nave espacial da Virgin Galactic prevê transportar, a partir de 2011, turistas dispostos a pagar 200 mil dólares pela viagem, cerca de 148 mil euros.

terça-feira, abril 19, 2011

Você sabia?

Você sabia que as baleias jubartes também produzem seus sucessos musicais?

As canções mais pegajosas são as preferidas pela espécie, assinala um estudo australiano divulgado nos Estados Unidos.
Os machos são os únicos que as cantam, talvez na esperança de cativar uma fêmea, de acordo com a pesquisa publicada na revista "Current Biology".
Se houvesse uma versão do "rei do pop" Michael Jackson entre as baleias, ele provavelmente residiria no litoral leste da Austrália. Segundo os pesquisadores, é lá onde sempre se origina a melodia mais popular da temporada.O hit depois viaja ao longo do Pacífico Sul, da Austrália à Polinésia francesa, expandindo-se entre os distintos grupos de baleias, que começam a cantar a mesma melodia durante a época da cria.Como acontece com as canções da moda, as melodias não são muito originais, mas parecem "pegar" facilmente, explica a pesquisadora Ellen Garland, da Universidade de Queensland.O estudo, realizado ao longo de 11 anos, acrescenta que ainda é um mistério por que todas as baleias cantam a mesma canção quando seus esforços deveriam estar destinados a destacar-se ante o grupo.


Fonte: UOL

quarta-feira, abril 06, 2011

O incrível fenômeno da chuva de peixes

O incrível fenômeno da chuva de peixes

Você provavelmente jamais ouviria falar da cidade de Lajamanu, na Austrália, se não fosse pelo que aconteceu por lá recentemente: uma chuva de peixes.
Centenas de peixinhos brancos caíram do céu para total espanto da população local.
Quando a gente diz “espanto”, imagine que Lajamanu fica no meio do deserto de Tanami e você pode andar centenas de quilômetros em qualquer direção sem topar com o menos indício de água – doce, salgada, com gás ou sem gás.
O espanto só não é maior porque há registros de que isso já tenha ocorrido antes, em 1974 e, mais recentemente, em 2004.
Há ainda relatos desse fenômeno nos Estados Unidos (mais precisamente no Alabama, em 1956, Massachusetts, Kansas e Texas), na Índia, no Japão, na Austrália, na Grã-Bretanha, na Grécia e também no Brasil, mais precisamente na cidade de Paracatu, em Minas Gerais.Para os meteorologistas, a única explicação para a precipitação piscosa na Australia é um tornado. Os peixes teriam sido sugados para o céu em um canto do mundo e caíram em Lajamanu. Mesmo assim, não houve registro de tornado nas imediações da cidade de modo que o advento da chuva de peixe permanece sendo um mistério.Moradores da cidade australiana confirmam que os peixes ainda estavam vivos quando caiam do céu.


Fontes: Terra / R7 / Brasil Wiki

Ambam: o gorila quase humano

Ambam: o gorila quase humano

Enquanto a maioria dos gorilas se contenta com o andar comum da espécie, sobre as quatro patas, Ambam prefere uma forma mais humana do ato.
O gorila corpulento, de dorso prateado, chama a atenção de quem passa pelo Port Lympne, um parque de vida selvagem em Kent, na Inglaterra, por sua caminhada sobre as duas patas.
Para a diversão de seus criadores e visitantes, o macaco dominou o jeito de andar ereto sobre as patas traseiras por longas distâncias.
A caminhada o levou ao estrelato. O animal é protagonista de um vídeo de 17 segundos que já foi visto por mais de 200 mil pessoas no site YouTube.
Segundo Ingrid Naisby, que cuida dos gorilas há 16 anos, a atitude de Ambam é bastante incomum entre os gorilas, mas que ele é um dos poucos que consegue se equilibrar muito bem. Outros gorilas fazem isso ocasionalmente, mas Ambam consegue alcançar longas distâncias.
O animal, que tem 21 anos e 1,80 metro de altura, também costuma exibir seus músculos para os visitantes do parque.Seriam sinais da evolução da espécie?


Fonte: Planeta Bicho

sexta-feira, março 25, 2011

Você sabia?

Você sabia que ainda existe vida no interior da usina nuclear de Chernobyl?

Vinte e cinco anos depois do acidente na usina nuclear de Chernobyl que matou muitas pessoas e gerou uma área de isolamento por alta radioatividade ao redor da usina, descobriu-se que ainda existe vida em seu interior.
Um robô foi enviado até o interior do reator nuclear nos escombros desolados da antiga usina nuclear e, ao contrário do que imaginavam os cientistas, eles encontraram vida naquele ambiente inóspito.Há uma fina camada de um estranho limo negro crescendo pelo interior das paredes do reator, mesmo com as taxas de radioatividade ainda estando muito altas lá dentro, o que impossibilitaria de haver alguma vida.
Impressionados, os cientistas resolveram obter amostras do estranho limo, desconhecido até então. Quando o robô retornou, e os cientistas foram examinar o material coletado, eles ficaram ainda mais perplexos.
O limo era um tipo de fungo pouco conhecido, que não só estava conseguindo viver com tamanha radioatividade no ambiente, mas estava se alimentando dela.
Pequenas amostras do limo cresceram significativamente mais rápido ao serem expostas a uma radiação 500 vezes maior que a normal. Os cientistas puderam descobrir que o fungo está usando a melanina, uma substância que afeta a cor da pele humana, da mesma forma que as plantas usam a clorofila.
Dessa maneira, a molécula da melanina é atingida pelo raio gama e sua química é alterada de alguma maneira, gerando energia para o fungo.
Esta descoberta incrível fez com que a comunidade científica repensasse sobre as possibilidades de pesquisa que esta porta acabou abrindo, pois até então ninguém imaginava que isso seria possível.
Teríamos nós humanos, alguma capacidade, mesmo que ínfima, de obter energia da radiação?
Esta descoberta da capacidade de alimentação radioativa do limo poderia gerar uma série de respostas que há muito tempo buscamos em diversas áreas, como por exemplo, a paleontologia e a astrobiologia.


Consequências e conclusões

Se na Terra temos animais capazes de viver em ambientes tão extremos, isso abriria uma forte possibilidade de que em ambientes parecidos, em outros planetas cheios de energia radioativa ionizada exista vida similar.
Até então, muitas pessoas desacreditavam da teoria de que a vida pudesse ter vindo do espaço distante à bordo de um meteoro, porque as taxas de radiação no espaço são altíssimas.Há ainda a possibilidade de manipular genes destes incríveis fungos para gerar cogumelos e plantas que possam retirar radiação de ambientes, funcionando como uma espécie de bio-filtro para o lixo atômico, que ainda é um dos grandes problemas da energia nuclear. Embora os fungos não possam comer isótopos radioativos não é difícil imaginar que eles possam ser usados para sinalização e para verificação de áreas contaminadas. Eles poderiam, em tese, ser usados para concentrar os isótopos em certas áreas, facilitando a limpeza de ambientes contaminados.
Seja como for, a terrível experiência da tragédia de Chernobyl provou não ter sido em vão. As milhares de mortes diretas e indiretas daquele incidente lamentável enfim deixaram algo de bom. Após o o acidente, todas as usinas passaram a adotar um sistema rígido de segurança, com vários graus de redundância para prevenir desastres e falhas humanas, técnicas e mecânicas, o que deixou a nossa vida um pouco mais segura e a descoberta dessa nova espécie de fungo poderá ajudar a humanidade a responder várias perguntas, dentre elas uma das mais intrigantes: "de onde nós viemos?"


O limo na natureza

O limo, na natureza, é um ser vivo fotossintetizante, isto é, que produz o seu próprio alimento clorofilado,ou seja, que têm clorofila, sendo geralmente verde, que vive em ambientes úmidos ou que fica úmido em determinadas ocasiões.
São algas protozoários, por vezes associados com fungos (mixomicetos).
Muitos desses organismos soltam esporos ou afins que flutuam pelo ar, aos bilhões, constantemente. Quando uma destas estruturas reprodutivas ‘pousa’ em algum local propício, ela inicia seu metabolismo, ou seja, começa a viver. Geralmente isso é comum em vasos bem úmidos, já que são seres que dependem muito da umidade. Vasos com terra compactada também favorecem seu desenvolvimento, sobretudo dos musgos.
O limo, por ser uma alga (muitos deles unicelulares), é naturalmente um ser de ambiente aquático. Ele consegue crescer e se desenvolver nas calçadas, muros, vasos e afins enquanto estes estão muito úmidos. Apesar de estar crescendo em um muro, por exemplo, ele está dentro d’água quando chove ou quando a umidade está alta, pois são organismos minúsculos, e, assim, uma alga pode sobreviver em ambiente terrestre.
Eles conseguem viver nos vasos secos das plantas, pois continuam úmidos por muitas horas após uma chuva ou uma rega, dando tempo do limo de nascer e se desenvolver até o momento em que este pequeno ambiente volta a secar e eles entram em dormência.O solo compactado favorece o seu surgimento e desenvolvimento porque quando um vaso que está com o substrato compactado, a água das regas e das chuvas tende a demorar mais para se infiltrar, e fica por algum tempo ‘empoçada’ na superfície. Quando isso ocorre, além do risco para as plantas (apodrecimento das raízes), o ambiente se torna perfeito para o desenvolvimento dos musgos e limos, e, especialmente, para a sua reprodução (quando uma mesma espécie de musgo surge em vários pontos do mesmo vaso ao invés de ir se espalhando a partir do ponto onde nasceu primeiramente pode estar ocorrendo estes pequenos alagamentos).
Eles não causam algum mal às plantas, pois vivem sem interferir com a planta, e podem até ser benéficos ao solo. Eles, apenas, são indicativos de que talvez o vaso esteja recebendo/mantendo umidade demais para as suculentas.
Como seres vivos que são, os limos produzem matéria orgânica e podem servir de alimento a outros seres. Isso ajuda, ainda que infimamente, a depositar matéria orgânica no solo e a manter uma biota de solo viva e ativa. Além disso, dependendo do que se pretende com o vaso, eles podem ter um aspecto atraente e/ou interessante para dar a impressão de serem grama ou outras ervas em meio à floresta – é o mesmo que se faz com os bonsais: se introduz ou se favorece o surgimento dos musgos para dar a impressão de que o bonsai é uma árvore grande rodeada de capim.


Fontes: Science A Gogo / Planta Sonya

quarta-feira, março 09, 2011

Marine: o labrador farejador de câncer

Marine: o labrador farejador de câncer

Um cão labrador conseguiu detectar um câncer de intestino pelo cheiro do hálito e de amostras de fezes em uma pesquisa realizada no Japão. O estudo, publicado pela revista especializada "Gut", indicou que o animal foi capaz de identificar a doença mesmo em suas fases iniciais.
Marine, um labrador retriever de cinco anos e meio, poderá salvar muitas vidas graças ao seu olfato apurado.
Pertencente ao japonês Yuji Sato, o cão tem um hipersensibilidade que permite detectar mais de 18 tipos diferentes de câncer ao farejar a respiração de uma pessoa.
Outras pesquisas já haviam sugerido anteriormente que os cães são capazes de farejar câncer de pele, de bexiga, de pulmão, de ovários e de mama. Acredita-se que a biologia do tumor inclui um cheiro distinto, e uma série de estudos já usou cachorros para tentar detectá-los.Os pesquisadores da Universidade Kyushu, no Japão, dizem que seria difícil e custoso usar cachorros em testes de rotina para detectar câncer, mas que o estudo poderia levar ao desenvolvimento de sensores eletrônicos no futuro.


Amostras

Para realizar o estudo, foram coletadas amostras de fezes e de respiração (através de sacos especialmente concebidos para o experimento) de 48 pacientes com câncer de intestino e de 258 pessoas sem nenhuma doença ou com histórico de câncer.
Na pesquisa, o labrador Marine, foi apresentado a cinco amostras, uma das quais era de um paciente com câncer e quatro de pessoas saudáveis. Nos testes com amostras de hálito o animal detectou a amostra com câncer em 33 de 36 vezes. Com as amostras de fezes, o cachorro acertou 37 das 38 vezes.
A precisão do cachorro impressionou os cientistas. Ele identificou corretamente 91% e 97% das amostras de ar e de fezes cancerosas, respectivamente, enquanto ignorou 99% das amostras livres de câncer. Suas reações eram exatas até mesmo quando o paciente era fumante ou possuía doenças do intestino que poderiam liberar odor.Mesmo o câncer de intestino em estágio inicial foi detectado, o que é conhecidamente difícil. Segundo alguns estudos, os testes mais comuns para detectar câncer de intestino, que tentam identificar pequenas quantidades de sangue nas fezes, revelam apenas um em cada dez casos em estágio inicial.
Pode ser difícil introduzir o julgamento do faro canino na prática clínica por conta do custo e do tempo necessário para o treinamento do cão. A habilidade do faro pode variar entre os cães e também no mesmo cão em dias diferentes.


Nariz eletrônico

Algumas pesquisas anteriores já indicaram o potencial de um 'nariz canino eletrônico' para a realização de testes para identificar o câncer pelo cheiro.O cheiro específico do câncer existe, mas os componentes químicos (que provocam o odor característico) não estão claros. Somente o cachorro conhece a resposta. Por isso é necessário identificar os compostos orgânicos voláteis específicos detectados pelos cães para desenvolver um sensor precoce de câncer.O desenvolvimento de um sensor do tipo ainda vai exigir tempo e novas pesquisas.
Os médicos ressaltam que muito tempo e dinheiro são necessários para treinar “cães farejadores de câncer”, o que inviabiliza a sua utilização em larga escala. A expectativa é de que os resultados do estudo ajudem na identificação dos componentes químicos que os cães detectam e, a partir disso, no desenvolvimento de um sensor capaz de diagnosticar precocemente a doença.O cão foi treinado para se sentar na frente da amostra, caso detectasse o câncer. A cada resposta certa, ganhava uma recompensa: um jogo de pega-pega com uma bola de tênis.
Fontes: G1 / Hypescience