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terça-feira, agosto 03, 2010

O misterioso rio que pega fogo

O misterioso rio que pega fogo

Um fenômeno observado no Rio Claro, no município de São José do Rio Claro (MT), intriga turistas. Labaredas de fogo surgem da água.
O ponto exato é um local em que a correnteza não tem força e forma um alagado. A água borbulha quando a areia é remexida e libera um gás inflamável, que se incendeia em contato com uma faísca.Moradores contam que técnicos estiveram no local e descobriram que o gás tem origem na decomposição de material orgânico no leito do rio.
O gás é provavelmente o metano. É um gás incolor, sua molécula é tetraédrica e apolar (CH4), de pouca solubilidade na água e, quando adicionado ao ar se transforma em mistura de alto teor inflamável. É o mais simples dos hidrocarbonetos.


Fontes: G1 / Wikipédia

domingo, setembro 27, 2009

Desvendado o estranho caso da "Criatura do Panamá"

Desvendado o estranho caso da "Criatura do Panamá"

Uma estranha criatura intrigou a população de uma cidade do Panamá.
Morto por cinco adolescentes em um lago de Cerro Azul, o ser não identificado foi apontado até mesmo como extraterrestre e rodou o mundo via emails.
Quatro adolescentes de 14 a 16 anos encontraram-se com ele nas águas de Cerro Azul, enquanto se divertiam no lugar.
Conforme relatou um deles, de repente viram que a criatura saía de uma cova localizada atrás do jorro de água. Ao ver sua aparência e que esta começou a escalar sobre as pedras em direção deles, assustaram-se e começaram a apedrejá-lo e atirar paus, conseguindo matá-lo. Logo o atiraram à água e saíram fugindo. As fotos foram capturadas pelos jovens e entregues ao jornal Telemetro do Panamá.
Na realidade, a criatura nada mais é que um bicho-preguiça.Uma vez que você se lembra que bichos-preguiça existem, a resposta é mesmo óbvia. Pode-se notar em uma das fotos que ainda há alguns pedaços de pelagem. Não que alguém tenha raspado os pêlos da criatura, tampouco que os garotos a mataram: ela provavelmente morreu por alguma causa comum, caiu na água e foi fotografada já em um estágio avançado de decomposição. A água e correnteza devem ter auxiliado a remover a pelagem.
Realmente qualquer um ficaria bem impressionado se visse algo assim em um rio. Nunca havia sido fotografado um bicho-preguiça despelado.
Uma nova fotografia da carcaça, ainda mais decomposta, confirma serem os restos de uma preguiça. O abdômen parece já ter estourado e as partes moles superiores se desprendido.É um mamífero, com certeza, porque possui tetas. Todo o membro anterior muito longo e com vários ângulos, denotando, realmente mostram ser uma preguiça.
A barriga grande e inchada foi causada pela produção de gases, devido à decomposição por bactérias. Um inchaço geral do corpo. O corpo todo sem pelos é explicado por um certo tempo em decomposição em meio aquático. A língua inchada também é devido a decomposição, falta de oxigenação. Arroxeamento da língua, óbito. Pode-se perceber também que já há uma papada de decomposição.


Fontes: G1 / Ceticismo Aberto

Desvendado o mistério do "Astronauta de Salamanca"

Desvendado o mistério do "Astronauta de Salamanca"

Há muitos anos a inacreditável imagem de um astronauta esculpido em uma das paredes da fachada da catedral Salamanca, construída há vários séculos atrás, circula pela internet e deixa a todos intrigados.
A Catedral de Salamanca, que também é chamada de Catedral Nueva, fica em Salamanca, um municipio Espanhol em Castela e Leão e foi construída entre 1513 e 1733 nos estilos barroco e gótico.A questão intrigante partiu de como as pessoas daquela epoca poderiam ter concebido a imagem de um astronauta, sendo que estes (os astronautas) só apareceriam, como conhecemos hoje, a partir do século 20.
Os detalhes do astronauta são incríveis: podemos notar o traje espacial, o capacete e, inclusive, as botas com o solado igual ao das botas do primeiro homem a pousar na Lua.
Apesar de parecer uma coisa sem explicação, uma simples busca na internet nos dá a resposta que queríamos.
No Google, ao procurarmos por "Astronauta Salamanca", encontramos cerca de 90.600 respostas no mundo inteiro e, ao buscarmos somente nas páginas em português, obtivemos 15.300 respostas!
Não há nada de extraterreno na criação da escultura. Em 1993, houve uma reforma na catedral e, por causa de uma antiga tradição entre os restauradores e contrutores de igrejas, que é a de juntar motivos contemporâneos com os antigos, o responsável pela obra, Jerónimo Garcia, escolheu um astronauta como símbolo do século XX. Ou seja, a catedral é antiga, mas o astronauta não.
Não conseguimos descobrir a origem dessa história mas temos quase certeza de que tudo isso teve forte influencia do livro "Eram os Deuses Astronautas?" (já comentado aqui no blog), lançado em 1963, do suiço Erich von Däniken.
No livro (que virou um documentário anos depois), Erich mostra, com fotos, alguns indícios de que, segundo ele, existem provas de que já fomos visitados por seres de outros planetas e que os supostos ETs fizeram vários cruzamentos com os primatas aqui na Terra, dando origem à humanidade! Em algumas fotos, o autor mostra astronautas desenhados em cavernas de milhares de anos e gravuras esculpidas em templos antiquíssimos. Eram os Deuses Astronautas foi um livro de grande sucesso na época ao mostrar que vários povos adoravam seres que teriam vindo dos céus (astronautas) como deuses, daí o título do best seller. Apesar de algumas das teorias já terem sido desmentidas pela ciência, é inegável a contribuição que esse autor teve sobre o modo de pensar de toda uma geração e ainda hoje colhe os frutos de seu discutível trabalho.
Fonte: Gilmar Henrique Lopes / Colaboração: Christiane Vanessa

sábado, novembro 08, 2008

Bola de fogo cruza o céu de Santo Hipólito

Bola de fogo cruza o céu de Santo Hipólito

Um objeto incandescente cortando o céu em alta velocidade, seguido de uma forte explosão, caiu nos arredores do pequeno município de Santo Hipólito, região central de Minas Gerais, com cerca de 3.600 habitantes.
Embora ainda não tenha sido encontrado nenhum vestígio para explicar o misterioso fenômeno, muitos moradores afirmam tê-lo visto por volta das 23h30 do dia 25 de agosto deste ano.
Cerca de 50 policiais militares e bombeiros deram buscas na região, usando inclusive uma aeronave, mas sequer encontraram qualquer objeto. Segundo o cabo Edson de Moura, do 42º Batalhão da Polícia Militar, nos relatos das testemunhas, trata-se de uma grande bola de fogo, do tamanho de uma cabine de caminhão, que cruzou o céu da cidade, a poucos metros das árvores e telhados. O mesmo fenômeno foi observado no mesmo dia e horário por moradores de Resplendor, Vale do Rio Doce, e Belo Horizonte. Entretanto, nessas cidades, só foi vista a bola de fogo. Não houve explosão. O estrondo provocado em Santo Hipólito, conforme o policial, foi sentido na maioria dos imóveis do município, mais intensamente no povoado de Água Boa, na zona rural.
Algumas pessoas garantem que acordaram com os abalos. Elas disseram que as paredes balançaram e os vasilhames cairam dos armários. O cabo disse que, a princípio, pensaram tratar-se de um acidente aéreo. Essa hipótese foi descartada.
Desde a manhã do dia seguinte do ocorrido, a região foi vasculhada. Conforme o comandante geral do Corpo de Bombeiros, coronel Cláudio Teixeira, às 15h do dia 26 de agosto aconteceu o primeiro sobrevôo na região. A aeronave percorreu um raio de 50 km, mas nenhum indício de acidente com avião ou queda de objeto aéreo foi localizado.
As buscas continuaramm sendo feitas por militares da cidade. Pelas características do fenômeno, o astrônomo Ronaldo Mourão acha que um meteorito atingiu a região. Ele disse que pode se tratar de um fragmento dos restos da criação do Sistema Solar que tenha entrado na atmosfera terrestre. E ele explica a falta de vestígio na região onde foi visto. O objeto pode ter se fragmentado no espaço. Com o aquecimento causado pelo atrito com a atmosfera, ele teria explodido no ar antes de se chocar com a terra, e podendo causar até tremores de terra.


O fenômeno

Muitas vezes recebemos relatos de pessoas que viram estranhos objetos luminosos no céu. As descrições são sempre muito parecidas e retratam objetos semelhantes a meteoros cruzando o firmamento, mas com brilho muito mais intenso. Alguns logo se apressam em dizer que se trata da chegada de discos-voadores, mas que o fato será "abafado" para não criar pânico na população.
Teorias conspiratórias à parte, o fato é que muitos desses objetos brilham tanto que podem ser vistos até mesmo de dia, principalmente nas primeiras horas da manhã ou antes do anoitecer. Ao contrário do se possa imaginar, não estamos falando dos satélites de órbita baixa, como a Estação Espacial ou o telescópio Hubble. Estamos falando das bolas de fogo ou meteoros de grande brilho, que cruzam o céu muito mais vezes do que se possa imaginar.
Diariamente, a Terra é constantemente bombardeada por pequenos asteróides e outros detritos espaciais, criando uma espécie de garoa de meteoros, alguns deles muito brilhantes.
De acordo com cálculos feitos pelo astrônomo Bill Cooke, ligado à Nasa, bolas de fogo tão brilhantes quanto o planeta Vênus ocorrem mais de 100 vezes ao dia. Outras, mais brilhantes ainda e comparadas ao brilho da Lua crescente cruzam o céu pelo menos uma vez a cada dez dias. Segundo o astrônomo, existem ainda bolas de fogo extremamente grandes e brilhantes, com magnitude visual que pode chegar a -13 e que acontecem a cada cinco meses. Apenas para lembrar, magnitude negativa de -13 equivale ao brilho da Lua Cheia.
No entanto, nem sempre essas enormes bolas de fogo são vistas. A maioria delas, cerca de 70%, cruzam o céu sobre áreas inabitadas ou sobre os oceanos. A metade ocorre durante o dia, praticamente imperceptíveis devido à presença do Sol. Outra grande parte também não é vista simplesmente porque ninguém está olhando o céu naquele momento.Como podemos ver, uma grande bola de fogo não é tão difícil assim de ser avistada. As chances de vermos os grandes meteoros são bem maiores do que imaginamos.


Fontes: Jornal O Tempo / Apollo 11

sábado, outubro 25, 2008

Você sabia?

Você sabia que se enfileirássemos os blocos de granito das três mais famosas pirâmides do Egito, eles dariam a volta ao mundo?

Das sete maravilhas do mundo antigo, as oitenta pirâmides são as únicas sobreviventes. Foram construídas por volta de 2690 a.C., a 10 km do Cairo, capital do Egito.
Ao ouvirmos a palavra pirâmide, logo nos vem à mente a imagem das três enormes construções localizadas no planalto de Gizé, as quais formam, provavelmente, o mais decantado grupo de monumentos em todo o mundo. Entretanto, os arqueólogos já encontraram mais de 80 pirâmides espalhadas por todo o Egito.Qual era sua finalidade e, principalmente, como foram construídas, são duas das mais intrigantes perguntas de toda a história da humanidade e que, talvez, nunca venham a ser respondidas ou, por outro lado, talvez venham a ter centenas de respostas conflitantes, conforme o ponto de vista de cada um de nós.
As três mais célebres pirâmides de Gizéh (Quéops, Quéfren e Miquerinos) ocupam uma área de 129.000 m2. A maior delas (Queóps) foi construída pelo mais rico dos faraós, e empregou cem mil operários durante 20 anos. Se enfileirássemos os blocos de granito das três pirâmides, eles dariam a volta ao mundo.
Curiosidades sobre as Pirâmides

Estas três majestosas pirâmides foram construídas como tumbas dos reis Kufu (ou Quéops), Quéfren, e Menkaure (ou Miquerinos) - pai, filho e neto.
A maior delas, com 147 m de altura (49 andares), é chamada Grande Pirâmide, e foi construída cerca de 2550 a.C. para Kufu, no auge do antigo reinado do Egito.
As pirâmides de Gizéh são um dos monumentos mais famosos do mundo.
Como todas as pirâmides, cada uma faz parte de um importante complexo que compreende um templo, uma rampa, um templo funerário e as pirâmides menores das rainhas, todo cercado de túmulos (mastabas) dos sacerdotes e pessoas do governo, uma autêntica cidade para os mortos.As valas aos pés das pirâmides continham botes desmontados: parte integral da vida no Nilo sendo considerados fundamentais na vida após a morte, porque os egípcios acreditavam que o defunto-rei navegaria pelo céu junto ao Rei-Sol.
Apesar das complicadas medidas de segurança, como sistemas de bloqueio com pedregulhos e grades de granito, todas as pirâmides do Antigo Império foram profanadas e roubadas possivelmente antes de 2000 a.C.
Existem hoje no Egito 80 pirâmides; A Grande Pirâmide, de 147 m de altura, é a maior de todas.Se a Grande Pirâmide estivesse na cidade de Nova Iorque por exemplo, ela poderia cobrir sete quarteirões.
Todos os quatro lados são praticamente do mesmo comprimento, com uma exatidão não existente apenas por alguns centímetros. Isso mostra como os antigos egípcios estavam avançados na matemática e na engenharia, numa época em que muitos povos do mundo ainda eram caçadores e andarilhos.
A Grande Pirâmide manteve-se como a mais alta estrutura feita pelo homem até a construção da Torre Eiffel em 1900, 4.500 anos depois da construção da pirâmide.Para os egípcios, a pirâmide representava os raios do Sol, brilhando em direção à Terra. Todas as pirâmides do Egito foram construídas na margem oeste do Nilo, na direção do sol poente.
Os egípcios acreditavam que, enterrando seu rei numa pirâmide, ele se elevaria e se juntaria ao sol, tomando o seu lugar de direito com os deuses.
A construção da pirâmide foi feita com pedras justapostas, ou seja “encaixadas”, sem auxílio de cimento ou qualquer material colante, e alguns blocos estão tão bem unidos que não é possível passar entre eles uma folha de papel, até mesmo uma agulha.Não foram encontrados registros pictóricos ou textuais que expliquem como as pirâmides foram planejadas e construídas. O estudo detalhado dos monumentos e o conhecimento crescente dos meios disponíveis na época tornaram possível determinar muitos detalhes construtivos. Várias questões, entretanto, continuam sem solução e, nesses casos, as respostas sugeridas baseiam-se apenas na crença de que através dos meios propostos poderiam ser atingidos os resultados que são observados hoje em dia. Além da visão clássica do problema, várias tentativas de explicações alternativas têm surgido ao longo dos tempos.
Existe um provérbio árabe que faz referência às Pirâmides: “O tempo ri para todas as coisas, mas as pirâmides riem do tempo”.
Fontes: Você Sabia / Geocities

sábado, julho 19, 2008

Encontrada a quarta pirâmide de Gizé

Encontrada a quarta pirâmide de Gizé

Um grupo de arqueólogos encontrou as ruínas da quarta pirâmide de Gizé, no Egito, que podem ser vistas em Abu Rawash, a poucos quilômetros do Cairo.
A chamada "pirâmide perdida" foi construída pelo faraó Dyedefra.
Era a mais alta de todas as que se encontram no complexo de Gizé e a qualidade das suas pedras era a melhor, explicou o secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades do Egito, Zahi Hawass.
"Durante anos, pensamos que a pirâmide não tinha sido terminada, mas comprovamos agora que não foi exatamente assim", continuou o responsável, revelando que as suas pedras foram utilizadas durante séculos para construir o Cairo.
As ruínas, atualmente, erguem-se apenas a 10 metros do solo, numa zona militarizada, de acesso restrito, circundada apenas pelo deserto e com as silhuetas das outras três pirâmides do complexo ao longe, uma vez que se acredita que Dyedefra, filho de Keóps, teria a vontade de demonstrar que era independente da sua família.

Vídeo: http://news.nationalgeographic.com/news/2008/06/080605-pyramid-video-ap.html


Fontes: Diário Digital / National Geographic

sexta-feira, julho 04, 2008

Você sabia?

Você sabia que um feijão encontrado na tumba do rei Tutankamon brotou depois de 3400 anos?

Tutankamon, o último rei da 18ª dinastia, governou menos do que dez anos e morreu traumaticamente ainda adolescente, ainda assim ele permanece como um dos faraós mais famosos do Egito.
O túmulo de Tutankamon foi descoberto em novembro de 1922 por um arqueólogo inglês de nome Howard Carter, no Vale dos Reis, no Egito. Ele viu marcas do que poderia ser uma porta em uma edificação e ao abri-la, simplesmente descobriu um dos mais fabulosos tesouros da humanidade. Mais de 3.500 peças que hoje podem ser vistas no Museu Nacional Egípcio no Cairo e em muitos outros museus importantes ao redor do mundo.
O tesouro é portanto, formado pelos objetos de uso pessoal de Tutankamon e outras coisas julgadas úteis pelos sacerdotes. O mais impressionante nessa história toda, é que um caroço de feijão encontrado na tumba do Faraó, depois de guardado por 3.400 anos, brotou quando estimulado.


Fontes: Discovery Channel / Cyber Artes

domingo, junho 08, 2008

As Pirâmides Submersas do Japão

As Pirâmides Submersas do Japão

Desde 1995, mergulhadores e cientistas japoneses estudam uma das mais importantes descobertas arqueológicas do planeta, misteriosamente ignorada pela imprensa ocidental.
Localizada a alguns quilômetros da ilha de Yonaguni, estão os restos submersos de uma cidade muito antiga. Os estudos geológicos calcularam a idade destes monumentos como tendo 11.000 anos de idade, o que os colocaria como uma das edificações mais antigas do planeta.Ao longo de mais de uma década de explorações, mergulhadores já haviam localizado nada menos do que oito grandes estruturas feitas pelo homem, incluindo um enorme platô com mais de 200m de comprimento, uma pirâmide no mesmo estilo das aztecas e maias (constituídas de 5 andares e alinhadas de acordo com pontos cardeais), bem como um conjunto completo de zigurates, demarcando áreas e regiões específicas no platô.Claro que pirâmides de 11.000 anos de idade nos remetem a outras pirâmides que também possuem 11.000 anos de idade, que foram construídas no mesmo período e pela mesma civilização, mas que são muito mais conhecidas do que estas pirâmides submersas… As pirâmides do Egito.
Mais para a frente, quando os especialistas descobrirem outras estruturas no platô japonês e perceberem que elas correspondem perfeitamente a uma constelação, os céticos vão fazer a cara de paisagem de sempre e dirão que “é uma coincidência”.
Assim como são “coincidências” o fato das pirâmides do Egito estarem alinhadas com a constelação de Orion (Osíris), as pirâmides encontradas na China alinharem perfeitamente com a constelação de Gêmeos, os Templos astecas de Tecnochtitlan estarem alinhados com a constelação de Urso, Angkor Wat (templos explorados no Cambodja) estarem alinhados com a constelação do Dragão e assim por diante… Vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=QXoA-94_c6k&feature=related


Fonte: Sedentário & Hiperativo / Sugestão: Kênia Ponzo

sexta-feira, março 14, 2008

O Códice Maia

O Códice Maia

O tema desse misterioso livro poderia estar ligado a religião, a astronomia, aos ciclos agrícolas, a história ou até mesmo a profecias, contudo podemos observar que o Códice possui um valor próprio, que o coloca em um patamar que não deve ser rotulado por nenhuma definição, apenas a de estar totalmente relacionado com o “mundo superior”, um mundo que talvez ainda não tenha sido imaginado por ninguém.
Na tradição Maia, para escrever nas páginas de um Códice era necessário ter um contato direto com os deuses, onde o produto daquela escrita era considerado um objeto sagrado, sendo conservados em quartos específicos dentro dos maiores templos e edifícios da civilização. Isso mostra a importância dada pelos Maias com relação aos livros sagrados.
Durante as festas e cerimônias especiais, os códices eram escritos em público, depois de sujeitar os participantes a rituais de purificação e renovação. Essa revelação chamou bastante à atenção dos estudiosos, que conseguiram assimilar a grandiosidade desses eventos, onde os Maias tiveram a preocupação de relatá-los em seus livros sagrados. Tais escrituras passaram pelas mãos de vários doutores da lei meso-americana e indígena, devido à complexidade que é decifrar e interpretar os códigos Maias.


Composição

Os Códices Maias possuem algumas semelhanças com os nossos livros atuais, uma delas é o fato dele ser elaborado em papel, de modo diferente do nosso, mas com a mesma finalidade. Esse papel era chamado de Kopó, que era feito com folhas da árvore de figo, embora ainda tivessem em sua composição o algodão e alguns outros materiais.


Processo de produção

O processo de produção utilizado pelos maias era muito semelhante aos processos utilizados por outras civilizações indígenas. O material, depois de misturado, era trabalhado da seguinte forma: a massa resultante da mistura era prensada, e alongada horizontalmente e verticalmente, até se obter uma macia e fina fibra. Depois desse processo era feito a secagem do material, que era exposto ao sol. Com isso surgia uma folha de dimensão 15 por 25 cm, que formavam as páginas dos Códices. As páginas eram cobertas com uma “goma”, e finalmente preparada com a utilização de carbonato de cálcio, que dava consistência ao material.
Em cada página eram pintadas grossas linhas vermelhas, vertical e horizontalmente, formando quadros, que eram interligados entre si, formando o tema proposto para aquela ocasião. Os tópicos tratados poderiam ocupar uma ou várias páginas.


Características

Talvez o tema mais interessante dos Códices seja o das profecias, que eram adivinhações baseadas no Tzolkín (calendário maia de 260 dias). Cada um dos dias era representado por uma carga de energia, que eram interpretadas de um modo diferente, de acordo com o indivíduo ou comunidade que tivesse consultado o Códice. Essa cargas também mudavam de acordo com o momento.
Nos Códices Maias eram encontrados calendários com datas significativas para os homens, revelando o período e o momento de cada uma delas. Talvez seja por isso que os Códices possuíam uma importância divina para a sua civilização. Tais datas representavam situações cotidianas, fatos astronômicos e premonitórios.


Destruição e Salvação

Os conquistadores espanhóis chegaram à península de Yucatan, no México, no começo do século XVI, quando a maioria dos centros cerimoniais Maias já haviam sido abandonados, e o esplendor da civilização chegado ao fim. Mesmo com a decadência da civilização, ainda eram encontradas comunidades indígenas, conservando a organização social, idiomas, tradições e religião, além de continuarem elaborando os Códices.

Os ideogramas encontrados nesses documentos provocaram tanto curiosidade quanto medo nos missionários europeus, que rapidamente implantaram o catolicismo nos remanescentes daquela civilização. A curiosidade foi tanta, que os espanhóis deram ordem para achar e agrupar todos os Códices encontrados, com o intuito de decifra através da ajuda de interpretes. A aversão a tais características encontradas nos Códices foi tanta, que muitos deles foram queimados, eliminando riquíssimas informações sobre aquele misterioso povo.
Um dos autores deste trabalho destrutivo foi o bispo de Yucatan, irmão Diego de Terreno Pantanoso (1524 – 1579). É incalculável a quantidade de Códices que foram enviados as chamas, porque eram vistos como produtos diabólicos: “Um número grande desses livros não tiveram outra coisa a não ser superstição e falsidades do demônio, que se maravilha ao ver a dor, assim queimamos tudo”. Esta é uma frase utilizada pelo bispo ao descrever aquela situação.
Ao ver a grande devastação a quem estavam sujeitos, os maias enterraram muitos Códices, e alguns foram escondidos em cavernas, afim de evitar a destruição pelos espanhóis. Deste modo, muitos manuscritos foram salvos da destruição, pelo menos momentaneamente. Depois de alguns anos, os maias já dominavam a língua espanhola, dessa forma eles transcreveram para a nova língua aqueles Códices que haviam sido escondidos.
Com o tempo, muitos dos manuscritos que estavam enterrados já haviam se deteriorado, devido à umidade do subterrâneo, onde a maioria deles é formada por pedaços completamente apagados, ou ilegíveis.
Porém, três Códices sobreviveram quase por completo ao fogo e a água, quase que misticamente. Tais manuscritos passaram por diversas mãos, muitas estradas, até chegarem ao continente europeu, resistindo por mais de 250 anos, até que foram enviados para locais onde pudessem ser mantidos conservados, o destino deles foram: Dresde (Alemanha), Paris (França) e Madrid (Espanha).
Os manuscritos mais importantes vêm do norte de Yucatan, e eles são conhecidos como “Livros de Chilam Balam”, que pode ser traduzido como “Livros do Adivinho das Coisas Escondidas”.

Com certeza tais manuscritos guardam segredos inimagináveis, e o mais interessante é que existe a possibilidade de novos Códices serem encontrados, tanto na região da antiga civilização Maia, quanto espalhados pelo mundo. Um verdadeiro tesouro de conhecimento e mistério esta sendo procurado por milhões de pessoas.


Fonte: Dois Mil E Doze