Domingo, Novembro 15, 2009

A origem da sexta-feira 13

A origem da sexta-feira 13

Há muito tempo, certos dias ou épocas do ano são compreendidas como impregnadas de algum tipo de infortúnio ou má sorte. Atualmente, o encontro do dia 13 com a sexta-feira é repleto de lendas e crendices que deixam os mais supersticiosos de cabelo em pé.
Como se não bastasse isso, o cinema norte-americano tratou de imortalizar esta data com uma seqüência de filmes de terror protagonizada por Jason Voorhees, um serial killer que ataca nessa mesma data.
Contudo, poucos sabem dizer qual é a verdadeira origem da “Sexta-feira 13”. De fato, as possibilidades de explicação para esta crença se encontram difundidas em diferentes culturas espalhadas ao redor do mundo. Uma das mais conhecidas justificativas dessa maldição conta que Jesus Cristo foi perseguido por esta data. Antes de ser crucificado em uma sexta-feira, o salvador das religiões cristãs celebrou uma ceia que, ao todo, contava com treze participantes.
Outra explicação sobre essa data remonta à consolidação do poder monárquico na França, especificamente quando o rei Felipe IV sentia-se ameaçado pelo poder e influência exercidos pela Igreja dentro de seu país. Para contornar a situação, tentou se filiar à prestigiada ordem religiosa dos Cavaleiros Templários, que, por sua vez, recusou a entrada do monarca na corporação. Enfurecido, segundo relatos, teria ordenado a perseguição dos templários na sexta-feira, 13 de outubro de 1307.
De acordo com outra história, a maldição da sexta-feira 13 tem a ver com o processo de cristianização dos povos bárbaros que invadiram a Europa no início do período medieval. Antes de se converterem à fé cristã, os escandinavos eram politeístas e tinham grande estima por Friga, deusa do amor e da beleza.
Com o processo de conversão, passaram a amaldiçoá-la como uma bruxa que, toda sexta-feira, se reunia com onze feiticeiras e o demônio para rogar pragas contra a humanidade.
Reforçando essa mesma crendice, outra história de origem nórdica fala sobre um grande banquete onde o deus Odin realizou a reunião de outras doze importantes divindades. Ofendido por não ter sido convidado para o evento, Loki, o deus da discórdia e do fogo, foi à reunião e promoveu uma enorme confusão que resultou na morte de Balder, uma das mais belas divindades conhecidas. Com isso, criou-se o mito de que um encontro com treze pessoas sempre termina mal.
Apesar de tantos infortúnios associados a essa data, muitos a interpretam com um significado completamente oposto ao que foi aqui explicado. De acordo com os princípios da numerologia, o treze – por meio da somatória de seus dígitos – é um numeral próximo ao quatro, compreendido como um forte indício de boa sorte. Além disso, indianos, estadunidenses e mexicanos associam o número treze à felicidade e ao futuro próspero.


Curiosidades

Existem muitas histórias cercando a data e você pode conferir algumas abaixo:

1) Se você tem medo desta data, prepare-se. Nos próximos 15 anos teremos 32 sextas-feiras 13.

2) Para os cristãos o número 13 é amaldiçoado por este ser o número de pessoas na última ceia de Cristo e o 13º apóstolo (Judas) ter sido o traidor. O escritor Mark Twain foi também o 13º convidado de um banquete e quando abordado se isso lhe trouxe mau-agouro, simplesmente respondeu: "sim, porque só haviam 12 pratos de comida".

3) Para os romanos o número 13 significava morte, destruição e azar. Para a mitologia nórdica, em um banquete com 12 convidados, o deus Loki surgiu sem ser convidado e acabou causando a morte de Balder, e o número ganhou sua má-fama.

4) Ainda nos nórdicos, a sexta-feira foi batizada em louvor à deusa do amor e da beleza Frigga (daí as palavras friggadag e por conseqüência friday em inglês). Com a conversão deste países ao cristianismo, a deusa foi transformado pelos padres em bruxa e a lenda que se espalhou é que por vingança ela se reunia com outras 11 feiticeiras e o demônio, logo 13 à mesa, em seu dia.

5) Na numerologia, o número 12 representa algo completo (12 meses no ano, 12 apóstolos de Cristo, 12 deuses do Olimpo, 12 tribos de Israel, 12 horas no relógio), enquanto o 13 é uma transgressão a essa plenitude.

6) A sexta-feira é considerada maldita desde o século 14 com a obra Os Contos de Canterbury. Já a sexta-feira negra foi como o crash da bolsa de New York em 1929 ficou conhecido.

7) O medo da sexta-feira 13 se chama paraskevidekatriafobia, que se origina do grego Paraskeví (sexta-feira) e dekatreís (13).

8) Foi em uma sexta-feira, 13 de dezembro de 1968, que o governo militar decretou o AI-5 e trouxe azar para muita gente.

9) A Apollo 13 foi lançada às 13h 13 min, numa data cuja soma é 13 (11/04/70) e o acidente ocorreu em 13 de abril. Acontece que a tripulação teve a sorte de voltar viva para a Terra.

10) Fidel Castro nasceu numa sexta-feira 13 de agosto de 1926 e está aí até hoje dando dor de cabeça aos americanos. O famoso bandido Butch Cassidy nasceu num 13 de abril de 1866 e virou filme.

11) Nos Estados Unidos muitos hospitais e hotéis não possuem o 13º andar e algumas companhias aéreas não têm a 13ª fileira. Já na França, quando existem 13 pessoas a uma mesa, elas podem contratar um 14ª convidado profissional.

12) Segundo matéria da revista National Geographic de 2004, nos Estados Unidos cerca de 900 milhões de dólares são perdidos nas sextas-feiras 13, justamente devido às pessoas que se recusam a fazer qualquer tipo de negócio nesta data.


Fontes: Brasil Escola / Terra

O que é ser atleticano por um não-atleticano

O que é ser atleticano por um não-atleticano

O melhor lance do Atlético não foi num jogo. Foi fora dele. Foi numa derrota.
Minto, num empate de um time invicto, o supervice-campeão do BR-77.
Não foi o melhor jogo ou jogada.
Mas não teve nada mais atleticano que aquilo: depois da derrota nos
pênaltis para o São Paulo, Mineirão e Brasileirão estupefatos pela queda sem derrota de um senhor time de bola, os jogadores baqueados e barreados pela chuva e pela lama se abraçaram no gramado e assim foram ao vestiário.Foi a primeira vez que vi a cena reverente que virou referência.
Ninguém estava fazendo marketing (nem existia a tal palavra).
Nenhum jogador estava jogando pra galera. Era fato.
Time e torcida estavam juntos naquele abraço doído e doido.
Como tantas vezes o atleticano esteve junto com o time. Qualquer time.
Nada é mais atleticano que aquilo: um time que se comportou como o
torcedor. Solidário na dor, irmão no gol.
O atleticano é assim: tem a coragem do galo, mas não a crista.
Luta e vibra com raça e amor. Mas não se acha o dono do terreiro.
Sabe que precisa brigar contra quase tudo e contra quase todos. Até contra o vento, na célebre imagem de Roberto Drummond.
Aquela que fala da camisa preta e branca pendurada num varal durante uma tempestade. Para o escritor atleticano, ou, melhor, para o atleticano escritor, o torcedor do Atlético sopraria e torceria contra o vento durante a tormenta.
Não é metáfora. É meta de quem muitas vezes fica de fora da festa. Não porque quer. Mas porque não querem.
Posso falar como jornalista há 17 anos e torcedor não-atleticano há 41: não há grande equipe no país mais prejudicada pela arbitragem.
Os exemplos são tantos e estão guardados nos olhos e no fígado.
Não por acaso, o atleticano acaba perdendo alguns jogos e títulos ganhos porque acumulou nas veias as picadas do apito armado.
Algumas vezes, é fato, faltou time. Ou só sobrou raça. Mas não faltou
aquilo que sobra no Mineirão, no Independência, onde o Galo for jogar:
torcida.
Pode não ser a maior, pode não ser a melhor, pode até se perder e fazer perder por tamanha paixão, cobrando gols do camisa 9 como se todos fossem Reinaldo, pedindo técnica e armação no meio-campo como se todos fossem Cerezo, exigindo segurança e elegância da zaga como se todos fossem Luisinho.
Mas não se pode cobrar ninguém por amar incondicionalmente.
O atleticano não exige bola de todo o time. Não cobra inspiração de cada jogador. Quer apenas ver um atleticano transpirando em cada camisa, em cada posição, em cada jogada.
Por isso pede para que o time lute.
É o mínimo para quem dá o máximo na arquibancada.A maior vitória atleticana é essa. Mais que o primeiro Brasileirão, em
1971, mais que o vice mais campeão da história do Brasil, em 1977.
Os tantos títulos e troféus contam. Mas tamanha paixão, essa não se mede.
Essa é desmedida. Essa é a essência atleticana. Essa é centenária. Essa é eterna.


Texto: Joelmir Betting / Colaboração: Miguel Eduardo

Quinta-feira, Novembro 05, 2009

Você sabia?

Você sabia que os lagos do vulcão Kelimutu, na Indonésia, mudam de cor?

Os três lagos que coroam a cratera do vulcão Kelimutu, famoso pela mudança de cor de suas águas, são um enclave espiritual ancestral da ilha indonésia de Flores e também um de seus principais apelos turísticos. Pouco antes do amanhecer, grupos de turistas estrangeiros e locais sobem, ainda na penumbra, os 1.639 metros do Kelimutu para assistir ao nascer do sol, do alto de seu cume e contemplar a vista para as três lagoas.
Do mirante se pode contemplar, a oeste, o Tiwu Ata Mbupu (Lago dos Anciãos), de 245 mil metros cúbicos de capacidade, que atualmente apresenta uma azul tão escuro que, pouco antes do amanhecer, aparenta ser quase negro.A apenas 200 metros de distância estão os outros dois lagos, separados por uma parede de rocha de um metro de largura em seu ponto mais estreito.
O mayor dos três lagos, chamado Tiwu Nua Muri Koo Fai (Lago dos Homen e das Mulheres Jovens), de 501 mil metros cúbicos, apresenta atualmente uma cor turquesa opaca; e o menor, conhecido como Tiwu Ata Pólo (Lago Encantado) e com 446 mil metros cúbicos, apresenta uma coloração café com leite.Se as cores vivas de suas águas são por si só surpreendentes, mais curioso é saber que o Lago dos Anciãos não apresentava o azul escuro de hoje em dia, como há 58 anos, mas de um azul esverdeado que foi escurecendo progressivamente com o passar dos anos. E, nos últimos 50 anos, as águas do Lago Encantado passaram de um tom avermelhado ao atual "marrom-chocolate".
Apenas o Lago dos Homens e das Mulheres jovens mantém seus tons turquesa, ainda que com variações de intensidade.
Especialistas continuam sem poder determinar a razão exata que proporciona as mudanças de cor, embora a maioria indique a atividade geológica no interior do vulcão Kelimutu como causa principal.
Este vulcão, que registrou sua última grande erupção em 1968, permanece em atividade e é responsável pela alta concentração de minerais - entre eles enxofre, barium, cobre e arsênico - encontradas nas águas destes três lagos.
De fato, são as fumarolas, as misturas de gases e vapores a altíssimas temperaturas que surgem pelas gretas do vulcão, que causam as vivas tonalidades que colorem as águas, à medida que injetam de forma intermitente novas combinações minerais.
Os habitantes de Moni, o povoado mais próximo, e os guias e vendedores que circulam pelo monte à caça de turistas, preferem explicações mais místicas e misteriosas.
Segundo as lendas locais, quando alguém morre, seu espírito se dirige a Kelimutu para submergir em um dos três lagos, dependendo de sua 'idade e caráter". A alma primeiro atravessa "a porta do Perekonde", situada à entrada do parque estabelecido nos arredores do vulcão, e que se encontra com Konde Ratu, o "Guardião dos lagos", e depois submerge nas águas do lago correspondente a sua idade.
O lugar é venerado por habitantes na Ilha de Flores há séculos, mas o Ocidente não se deu conta deste fenômeno natural até ser presenciado e difundido pelo holandês Van Such Telen, em 1915.
O arquipélago das Flores reúne uma dezena de vulcões em atividade, entre os quais se destacam, por haver entrado em erupção nos últimos 30 anos, o Batur, o Rinjani, o Sangeang Api, o Ranakah, o Inielika, o Puluweh, o Lewotobi, o Egon, o Leroboleng, o Iliwerung e o Wawo Muda.
A Indonésia pertence ao chamado Anel de Fogo do Oceano Pacífico, uma área de grande atividade geológica, e que acolhe 190 vulcões em atividade.


Fonte: O Globo

FRASE DA SEMANA

"A única forma de desenvolver a 'superioridade' na convivência com os outros é não precisar deles de maneira alguma e fazê-los perceber isso."

Arthur Schopenhauer

CLIP DO DIA

O PENDRAGON foi criado no ano de 1976, na cidadezinha de Stroud, condado de Gloucestshire, Inglaterra, pelo jovem entusiasta Nick Barrett e alguns colegas de escola. Inicialmente o nome da banda era Zeus Pendragon, que seria encurtado dois anos depois.
O primeiro LP do grupo saiu em 1985, quase ao mesmo tempo do clássico do Marillion, Misplaced Childhood. Nesta época várias bandas formavam parte de uma cena que resgatava o rock progressivo de seu limbo depois de ser abertamente criticada por punks e críticos como música ultrapassada. Nomes como Pallas, Jadis, IQ, Twelfth Night, além do próprio Marillion mostraram que o estilo estava mais vivo do que nunca. Consequentemente The Jewel, o LP de estréia do Pendragon, foi muito bem recebido por um público ávido de novidades neste campo.
A importância do Pendragon ainda se estende por um campo maior ao percebermos, que, juntamente com o Marillion e o IQ, foi uma das maiores influenciadoras de bandas surgidas na década seguinte e ainda hoje dentro do contexto progressivo. E muito se deve a esse álbum de estréia que está baseado numa proposta que alia uma revitalização dos elementos progressivos dos anos 70 com o frescor típico do rock convencional produzido nos anos 80, porém com muita isenção e qualidade, nunca descambando para o apelo comercial que acabaria por tragar dezenas de bandas clássicas da década de 70.
É notório que o Pendragon conseguiu uma evolução musical ao longo de sua carreira, muitos afirmam que a banda atingiu a maturidade dez anos depois do álbum de estréia com o lançamento do "The Masquerade Overture" e uma respectiva tour mundial vitoriosa, inclusive com passagens por Argentina e Brasil com sucesso, mas sem dúvida alguma "The Jewel" continua sendo um dos melhores trabalhos do grupo, em nada deixando a desejar perante os trabalhos posteriores.

"Nostradamus (Stargazing)" - Pendragon

Tomate X câncer

Tomate X câncer

Estudos recentes, publicados em revistas sobre nutrição e medicina, demonstram que o licopeno, o pigmento que dá cor vermelha ao tomate, é um potencial agente anticâncer. Ele também é encontrado em vegetais e frutas como a melancia, a goiaba vermelha e o mamão papaia. Estas três são as que contêm o pigmento em maior quantidade.
Os molhos de tomate são concentrados ricos em licopeno. Aliás, uma característica interessante desse pigmento é que ele não perde suas propriedades químicas ou medicinais quando concentrado ou cozido por longo tempo.
E mais: é mais bem absorvido pelo nosso organismo quando os produtos do tomate, como o tomate seco, por exemplo, são ingeridos com azeite de oliva. O licopeno de produtos processados é, ainda, muito melhor absorvido do que o dos produtos in natura. A goiabada é outro produto alimentício rico nesse pigmento.
Uma alimentação diária rica em licopeno na forma de molhos e purês de tomate, ketchup e tomate seco é recomendada. Os tomates frescos mais vermelhos devem ser os escolhidos para as saladas porque contém boas quantidades de licopeno.
Um quilograma de tomates maduros contém cerca de 20 a 30 mg dessa substância. Nos Estados Unidos, estão sendo feitos estudos de engenharia genética no sentido de se produzir culturas de tomates com maior conteúdo de licopeno. Fica claro, também, que o tomate orgânico, colhido em plantações sem o uso de agrotóxicos, deve dar molhos e purês muito mais saudáveis, que serão certamente mais efetivos na ação anticâncer.
O licopeno é ainda um poderoso antioxidante, capaz de neutralizar a ação dos radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento e degeneração das células.
Três tipos de trabalhos de pesquisa com seres humanos, publicados nos últimos 15 anos, envolvem o licopeno: a epidemiologia (incluindo-se a biodisponibilidade), o efeito do licopeno na proliferação dos tumores e os mecanismos bioquímicos e imunológicos de sua ação.
Vários estudos epidemiológicos têm sido publicados, demonstrando a eficiência de uma alimentação rica em licopeno contra vários tipos de câncer e doenças crônicas (câncer de próstata, intestino, bexiga, vesícula, pele, seio e cervical, além de doenças cardiovasculares). Alguns pesquisadores demonstraram que o licopeno inibe o crescimento de células cancerosas em culturas de tecidos em laboratório.
Ficou confirmado, também, que o licopeno induz a comunicação entre as células, o que pode ser à base da proteção contra o câncer, uma propriedade independente de sua atividade antioxidante.

Atualmente, as pesquisas com licopeno estão direcionadas para os seguintes temas:

1. Fatores que influem na alimentação, incluindo-se a interação com outros carotenóides;
2. Metabolismo do licopeno nos seres humanos e a função dos produtos derivados do licopeno (metabolitos) no corpo humano;
3. Mecanismo de controle da proliferação das células cancerosas;
4. Estudos da participação do licopeno na prevenção do câncer nos seres humanos;
5. Mecanismos de deposição do licopeno em tecidos humanos;
6. Efeito do licopeno nos sistemas imunológicos do corpo humano.


Fonte: Mundo Vestibular

As impressionantes distâncias cósmicas

As impressionantes distâncias cósmicas

Muitas pessoas costumam ter dúvidas sobre o que significa ano-luz. A causa disso deve ser a palavra ano, que desvia a nossa atenção para a grandeza tempo.
Se alguém perguntar qual é a distância de Uberlândia até Uberaba, podemos responder diretamente, em quilômetros (cerca de 100 km), ou dizer que Uberaba está a 1 hora de carro. Este exemplo deixa claro que, embora tenhamos citado um tempo (1 hora), queremos dar a idéia de uma distância. Mas, para que isso funcione, a velocidade do carro deve estar definida ou suposta. No caso, acredita-se que ela seja algo em torno de 100 km/h, nossa média nas estradas. Para fazer uma analogia com o ano-luz, poderíamos dizer que a distância entre essas duas cidades é de 1 hora-carro.
O ano-luz é, então, uma unidade de comprimento. Ela corresponde ao espaço percorrido por um raio de luz em 1 ano. Portanto, é uma medida grande demais para nossas aplicações comuns aqui na Terra, porque a luz é muito rápida e vai bem longe em 1 ano. Essa unidade se destina a marcar distâncias no espaço cósmico, entre as estrelas de uma mesma galáxia ou entre galáxias distintas. Ela é útil para os astrônomos.Para calcular quanto mede 1 ano-luz em quilômetros, você precisa saber que a velocidade da luz no vácuo é de 299792,458 quilômetros por segundo (km/s) e que o ano da definição é o do nosso calendário, chamado de Ano Gregoriano Médio, que é de 365,2425 dias. Então, se a cada segundo de tempo a luz percorre 299792,458 km, ela vai andar 60 vezes mais em 1 minuto, o que dá 17987547,48 km. Se anda isso em 1 minuto, vai andar 60 vezes mais em 1 hora, o que dá 1079252848,8 km. Se anda isso em 1 hora, vai andar 24 vezes mais em 1 dia, o que dá 25902068371,2 km. Finalmente, se anda isso em 1 dia, vai andar 365,2425 vezes mais em 1 ano, o que dá 9460536207068,016 km.
Para não trabalhar com tantos algarismos assim, você pode usar para o ano-luz um valor de 9,460536 trilhões de quilômetros ou, menos precisamente, 9,5 trilhões de quilômetros ou, para cálculos mentais aproximados, 10 trilhões de quilômetros. Como já esperávamos, é uma medida grande e que corresponde a quase 63240 vezes a distância média da Terra ao Sol, mas que não é muito quando comparada ao tamanho do Universo.Para você ter uma idéia das distâncias cósmicas, saiba que um raio de luz que parte da Terra chega até a Lua em 1,3 segundo e até o Sol em 8 minutos e 19 segundos. Para atravessar o Sistema Solar de um lado a outro, um raio de luz precisa de 11 horas. Para ir daqui até Alpha Centauri, 4 anos e alguns meses. Para atravessar a Via Láctea, pelo menos 100 mil anos.Até a Galáxia de Andrômeda, uma das mais próximas, cerca de 2 milhões e 300 mil anos. Mas para ir daqui aos limites do Universo observável, a viagem de um raio de luz deve durar, talvez, uns 14 bilhões de anos. Por aí você pode ver que o Universo é mesmo muito grande, se não for infinito.Com base nesses valores dos tempos gastos pela luz para realizar as viagens citadas acima, supostos corretos, podemos dizer que a distância da Terra à Lua é 1,3 segundo-luz e que a da Terra ao Sol é 8,3 minutos-luz. Podemos dizer também que o tamanho do Sistema Solar é 11 horas-luz, que a distância até Alpha Centauri é 4,3 anos-luz, que o diâmetro da Via Láctea é 100 mil anos-luz, que a distância até a Galáxia de Andrômeda é 2,3 milhões de anos-luz e que a parte visível do Universo é uma imensa esfera com cerca de 14 bilhões de anos-luz de raio.
Resumindo tudo isso e repetindo, fica aqui a idéia importante de que o ano-luz serve para medir distâncias, não intervalos de tempo.
Fonte: Roberto F. Silvestre

Sábado, Outubro 31, 2009

Comer à noite engorda mais

Comer à noite engorda mais

Os cientistas sempre acharam que tanto faz comer de manhã, de tarde ou de noite - afinal, as calorias dos alimentos são sempre as mesmas. Mas um estudo conseguiu provar, pela primeira vez, que comer à noite pode ter consequências diferentes (e piores).
Numa experiência feita por cientistas da Northwestern University, nos EUA, dois grupos de camundongos comeram a mesma ração durante seis semanas. Para o 1º grupo, ela era servida no horário normal. Já os ratos do 2º grupo só eram alimentados no horário errado, em que deveriam estar descansando. Ao final do estudo, haviam ficado 48% mais gordos - muito mais do que os ratos alimentados na hora certa, que tiveram 20% de ganho de peso. Conclusão: por algum motivo, comer à noite engorda mais - mesmo que você ingira os mesmos alimentos que comeria durante o dia.
Ninguém sabe exatamente por que, mas os cientistas suspeitam que a absorção da energia contida nos alimentos seja influenciada pelo ritmo circadiano - o relógio biológico do corpo. "Mudar a hora de comer pode ajudar a conter a epidemia de obesidade entre os humanos", recomenda o estudo.
Mas o hábito de assaltar a geladeira à noite talvez não seja uma falta de caráter - pode ser culpa da própria comida. Outra experiência feita com ratos, também na Northwestern University, constatou que uma dieta rica em gordura causa alterações numa parte do cérebro chamada núcleo supraquiasmático, que controla o relógio biológico - e isso faz com que o indivíduo tenda a dormir e comer cada vez mais tarde.


Fonte: Superinteressante

Quarta-feira, Outubro 28, 2009

Você sabia?

Você sabia que os tigres correm risco de estarem extintos na natureza dentro de 20 anos?

Os tigres que vivem livres na natureza podem se extinguir em todo o mundo dentro de duas décadas, a não ser que sejam intensificados os esforços de conservação para frear o declínio de sua população, disseram especialistas em vida selvagem nesta quarta-feira.
Estima-se que hoje existam apenas 3.500 tigres vivendo livres em 12 países asiáticos e na Rússia, contra cerca de 100 mil há um século, disseram especialistas e conservacionistas.Os tigres vêm sendo caçados ilegalmente para a extração de partes de seus corpos, e a Ásia está ao centro de um comércio ilegal de animais selvagens que a organização policial internacional Interpol estima possa movimentar mais de US$ 20 bilhões dólares por ano.
As peles dos tigres são vendidas no mercado negro para servir de tapetes ou capas. Em países como a China, uma pele de tigre pode valer até 20 mil dólares no mercado negro.De acordo com conservacionistas, outros perigos enfrentados pelo chamado "patrimônio asiático" que é o tigre são a destruição de seus habitats e a redução da base de presas das quais eles se alimentam.
Segundo Mahendra Shrestha, diretor de programas do Fundo Salvar os Tigres, de Washington, se a conservação dos tigres continuar sendo tratada como vem sendo até agora, a população de tigres estará fadada à extinção nos próximos 15 a 20 anos.
Shrestha disse que uma ação policial, patrulhas para combater a caça ilegal e a preservação dos habitats ainda remanescentes podem melhorar a situação.
É preciso uma vontade política forte de conservar os tigres, e também apoio internacional forte para as atividades dos países em que vivem tigres.
Ainda há tigres vivendo em liberdade em Bangladesh, Butão, Camboja, China, Índia, Indonésia, Laos, Malásia, Mianmar, Nepal, Rússia, Tailândia e Vietnã.
John Seidensticker, cientista chefe do Centro de Ecologia da Conservação do Zoológico Nacional Smithsonian, disse que o habitat dos tigres foi reduzido em 40 por cento na última década, devido à destruição das florestas.
O maior desafio é fazer as paisagens com tigres vivos valer mais que aquelas em que os tigres foram mortos. Tem-se uma década para evitar a morte dos tigres.
Fonte: Reuters

As 10 praias mais bonitas do Brasil

As 10 praias mais bonitas do Brasil

Definir quais são as praias mais bonitas é uma tarefa tão subjetiva que torna necessário criar parâmetros objetivos de comparação.
Para determinar o grau de plasticidade de uma praia, costuma-se identificar quatro parâmetros fundamentais: a beleza cênica do lugar, a beleza da praia em si e as cores da água e da areia.
Com estes quatro itens bem ajustados, a praia está pronta para virar uma bela foto publicitária e estampar a capa de uma revista famosa, a parede de uma concorrida agência de viagens ou circular pelo mundo afora através da Internet.O Brasil é tão rico em praias fotogênicas que, mesmo excluindo o arquipélago de Fernando de Noronha do ranking, organizar uma lista com as dez praias mais bonitas dá bastante trabalho.
Trabalho não apenas para os fotógrafos, que se arriscam em acrobacias aéreas e altos penhascos atrás do ângulo perfeito, mas também para nós, que precisamos escolher apenas dez, em meio a tantas concorrentes maravilhosas.


1 - Jericoacoara (em Jericoacoara, Ceará)
2 - Porto de Galinhas (em Ipojuca, Pernambuco)
3 - Espelho (em Curuípe, Bahia)
4 - Trancoso (em Porto Seguro, Bahia)
5 - Canoa Quebrada (em Aracati, Ceará)
6 - Praia do Gunga (em Barra de São Miguel, Alagoas)
7 - Carneiros (em Tamandaré, Pernambuco)
8 - Praia do Forte (em Mata de São João, Bahia)
9 - Taipus de Fora (em Barra Grande, Bahia)
10 - Praia do Francês (em Marechal Deodoro, Alagoas)

Fernando de Noronha

Ao longo dos mais de oito mil quilômetros do litoral brasileiro, sucedem-se 2045 praias, capazes de agradar todos os tipos de gosto.
Com tantas opções, o Guia Brasil Azul elaborou diversas listas para classificar as melhores praias brasileiras, excluindo as praias de Fernando de Noronha do ranking, por considerar o arquipélago, que é um dos lugares mais bonitos e preservados do planeta, simplesmente hors-concours.Além do fato de possuir uma beleza cênica estonteante, Noronha faz parte de um Parque Nacional Marinho com uma rígida estrutura em relação ao patrimônio ambiental, que procura adaptar o homem à natureza e não o contrário. Enquanto essa estrutura for mantida, a Baía do Sancho, a Praia do Leão e a Baía dos Porcos, naturalmente belas, estarão sempre no topo de qualquer lista de praias perfeitas.Também no litoral, tão extenso quanto pródigo em cenários deslumbrantes, há praias capazes de rivalizar em beleza com as de Fernando de Noronha. Para chegar à relação final das dez melhores praias, no entanto, levamos em conta não apenas as praias mais bonitas do Brasil, mas também o nível de preservação de cada uma delas. Por isso, em geral, são praias de difícil acesso, poupadas pelo assédio predatório do turismo massivo.


Fonte: Brasil Azul

Segunda-feira, Outubro 26, 2009

FRASE DA SEMANA

"O orgulho se preocupa com quem está certo. A humildade se preocupa com o que está certo."

Ezra Taft Benson

Domingo, Outubro 25, 2009

CLIP DO DIA

O SECOS & MOLHADOS foi um conjunto vocal formado em 1971 por Ney Matogrosso, Gerson Conrad e João Ricardo.
Ney já havia se apresentado como amador em Brasília DF, onde morava, e tentara o rádio e a televisão, alem de cantar em boates, até ser apresentado pela cantora e compositora Luli a João Ricardo.
O grupo surgiu no inicio de 1973 em São Paulo SP, e em agosto do mesmo ano gravou o LP Secos e Molhados, pela Continental, com "Sangue Latino", "O Vira" e "Rosa de Hiroshima". O disco foi sucesso nacional, possibilitando ao conjunto apresentar-se numa serie de espetáculos, entre os quais se destacam os shows no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro RJ, e no Ginásio Presidente Médici, em Brasília.
O show no Maracanãzinho bateu todos os índices de público jamais visto no Brasil - enquanto o estádio comportava 30 mil pessoas, outras 90 mil ficaram do lado de fora.
No ano seguinte, o grupo exibiu-se na televisão mexicana, gravou seu segundo LP, Secos e Molhados, com "Flores Astrais" e "Tercer Mundo".
O grupo sai em turnê internacional, que segundo Ney Matogrosso, gerou oportunidades de criar uma carreira internacional sólida.
Ainda em 1974 o conjunto se desfez, passando seus integrantes a atuar individualmente.
A primeira formação após o fim do grupo em 1974 surgiu em maio de 1978, João Ricardo lança o terceiro disco dos Secos & Molhados com Lili Rodrigues, Wander Taffo, Gel Fernandes e João Ascensão. O terceiro disco foi lançado, e mais um sucesso do grupo – o que seria o último de reconhecimento nacional, e único fora da formação original – "Que Fim Levaram Todas as Flores?", uma das canções mais executada no Brasil naquele ano, o que trouxe o novo grupo de João Ricardo às apresentações televisivas.
Após o fim do grupo Secos & Molhados, os três membros seguiram em carreira solo. Ney Matogrosso lançou no ano seguinte, em 1975, seu primeiro disco com o nome de "Água do Céu-Pássaro" (recheado de experimentalismos musicais) e com o sucesso "América do Sul".
João Ricardo lançou um disco em 1975, João Ricardo, pela Philips, com suas composições "Vira Safado", "Janelas Verdes" e "Salve-se Quem Puder"; apresentou-se no Teatro Bandeirantes, de São Paulo; e tentou depois ressuscitar o Secos e Molhados pelo menos quatro vezes, com diferentes formações, nenhuma incluindo qualquer outro membro original do grupo.
Gerson Conrad ligou-se ao letrista Paulo Mendonça, a atriz e cantora Zezé Mota e a uma banda de oito elementos. Gravou pela Som Livre Gerson Conrad e Zezé Mota, com "Trem Noturno" e "A dança do Besouro". Gravou outros discos solo e continua compondo e fazendo shows.

"Sangue Latino" e "O Vira" - Secos & Molhados

Sexta-feira, Outubro 23, 2009

O tapete de flores de Hitsujiyama

Cerca de 250 mil flores enfeitam os cerca de 16 quilômetros quadrados do Parque Hitsujiyama Koen, localizado em Chichibu, Japão.

Durante a primavera, o pé da montanha Bukozan – símbolo da cidade de Chichibu – e a colina de Hitsujiyama se transformam em um esplêndido tapete de flor em tons de rosa e branco. A colina fica totalmente coberta com o colorido das 245 mil flores da espécie phlox (flox).No parque Hitsujiyama Koen, localizado em Chichibu, há oito sub-espécies diferentes da phlox – das 67 espécies existentes –, colorindo uma área de aproximadamente 16 quilômetros quadrados em tons de rosa, lilás e branco.Em dezembro, há uma verdadeira festa de fogos de artifício que costuma atrair muitas pessoas. Mas a melhor época para apreciar as flores é entre os meses de abril e maio, quando o jardim fica completamente tomado por elas. Com tanta beleza, o lugar é ideal para os apreciadores da natureza.


Fonte: UOL

Pal-V: o carro voador

Pal-V: o carro voador

A lúdica esperança de sobrevoar um engarrafamento pode vir a se tornar realidade. Uma empresa holandesa apresentou um novo protótipo de veículo terrestre que, com um simples apertar de botão, voa.O carro, chamado de Pal-V (Personal Air and Land Vehicle), é uma cruza de um pequeno helicóptero com uma motocicleta de três rodas. Em princípio, o automóvel não estará a venda para uso privado. De acordo com o que foi anunciado no lançamento do protótipo, em abril, a companhia espera fabricar o original meio de transporte em 2012. O uso do carro voador estará limitado a serviços de auxílio. Para o uso extendido, as autoridades terão que modificar as leis de circulação.Por trás da criação do Pal-V estão a companhia Pal-V Europe BV e o engenheiro John Bakker, que durante seis anos trabalhou no projeto. Bakker, um aficionado por mecânica, viu no invento a possibilidade de dar mais agilidade ao trânsito.
Logicamente, para conduzir o carro voador será necessário uma licença para pilotar aviões. Segundo a empresa que está à frente do projeto, o novo veículo conseguiu superar os cinco requisitos que impediam a sua fabricação (aerodinâmica, peso, consumo, legislação sobre o tipo de veículo e adaptação na estrada).O design do carro está baseado em uma plataforma de três rodas. A fabricante assegura que ele alcança a velocidade de 100 quilômetros em menos de cinco segundos, com um consumo de 25 litros de combustível a cada 30 quilômetros rodados. A velocidade máxima alcançada pelo carro é de quase 200 quilômetros por hora, tanto em solo como no ar. O Pal-V terá motor Mazda, com tecnologia híbrida, que pode funcionar com gasolina e biocombustíveis.


Fonte: Globo

IMAGEM ESPETACULAR !!!!!

O azul da bandeira da União Européia e as suas 12 estrelas iluminaram a Torre Eiffel em Paris durante os dois primeiros meses da Presidência Francesa da União Européia.

Na véspera do início da Presidência Francesa que começou a 1 de Julho, o ministro gaulês dos Assuntos Exteriores, Bernard Kouchner, inaugurou a iluminação da Torre, imagem de marca da cidade parisiense.
Com cerca de 6.893.000 visitantes registados em 2007, a Torre Eiffel é o monumento com entrada paga mais visitado a nível mundial.
As 20 mil lâmpadas que cobriram a Torre de azul e branco todas as noites durante os meses de Julho e Agosto, já foram utilizadas para a homenagem à União Européia a 09 de Maio de 2006, por ocasião do 20º aniversário do nascimento da União Européia.


Fonte: Mundo Português

Terça-feira, Outubro 20, 2009

Os melhores restaurantes japoneses de BH

Os melhores restaurantes japoneses de BH

Uma das heranças que os imigrantes japoneses nos deixaram é a gastronomia típica de sua terra natal, hoje tão difundida e em evidência no Brasil. Os restaurantes especializados em culinária nipônica proliferaram em uma velocidade assustadora. De acordo com pesquisas realizadas, os restaurantes japoneses em Belo Horizonte aumentam a cada dia e misturam-se entre churrascarias e restaurantes de comida típica local.
Esse crescimento indica uma verdadeira revolução nos hábitos alimentares dos mineiros.
Se em um primeiro momento os brasileiros, em especial os ocidentais, desconheciam a formidável culinária japonesa e, por isso, eram levados pelo impulso da moda, esse panorama foi mudando aos poucos. Atualmente o sucesso da culinária japonesa é tão notável, que são raras as capitais brasileiras que não possuem pelo menos um restaurante japonês. O interesse pela comida saudável, harmoniosa e de aparência sedutora é enorme.
Confira abaixo uma lista dos melhores restaurantes japoneses de Belo Horizonte, segundo a revista Veja.


1- Sushi Naka

Ponto de encontro de artistas, como os músicos Samuel Rosa e Beto Guedes, o restaurante venceu a copmetição de melhor japonês da cidade graças ao voto de Minerva, após empate com o Kei. Tem ambiente simples, com cadeiras de plástico e um grande balcão, onde os clientes podem ver de perto o trabalho dos sushimen Yoshitada Nakao e Adedias Gonçalves. Nakao aprendeu a cozinhar com o pai, fundador da casa. Por mês, cerca de 1 tonelada de pescado fresco se transforma em grossas fatias de sashimi e são utilizadas na montagem dos sushis de salmão, robalo, atum, camarão, polvo, lula e kani. O combinado naka simples, com cinquenta peças, custa R$ 78,00. Com oito unidades, o sushi de enguia sai por R$ 65,00. Entre os pratos quentes, o teppan-yaki de peixe (R$ 37,00) serve duas pessoas. Aos domingos, cada cliente paga R$ 42,00 pelo serviço de rodízio. Para quem não encerra uma refeição sem um docinho, a notícia é ruim: não há sobremesa no cardápio.
Faixa de Preço: $$ - de R$ 35,01 a R$ 50,00.

Endereço: Rua Gonçalves Dias, 92
Bairro: Funcionários
CEP: 30140-090
Telefone: 3287-2714
Lugares:80
Horário:11h/14h e 18h/0h (dom. almoço até 15h e jantar até 23h; fecha seg.)


2- Nigiri Sushi Bar

O restaurante busca inovar no serviço de rodízio. De acordo com o proprietário, Guilherme Campos, a ideia é evitar o desperdício, com os pratos sendo preparados na hora. Assim, o cliente paga R$ 49,90 e, por meio de uma comanda, escolhe o que quer entre os quarenta itens da lista. Já quem preferir o serviço à la carte pode optar, por exemplo, por uma porção de cogumelo na manteiga (R$ 17,00) seguida pelo sake gunkan (bolinhos de arroz recheados com salmão temperado e cobertos com uma fina camada do mesmo peixe). Custa R$ 31,00 e serve duas pessoas. Para sobremesa, o ice tempura sai por R$ 8,00.
Faixa de Preço: $$ - de R$ 35,01 a R$ 50,00

Endereço: Rua Vitório Marçola, 43
Bairro: Anchieta
CEP: 30310-360
Telefone: 3287-7706
Lugares:120
Horário:18h/1h (sáb. a partir das 12h; dom. e feriados 12h/23h30)


3- Sakê Japanese Fusion

Em 2006, os amigos de faculdade Jeferson Oliveira e Bruno Dias decidiram abrir um restaurante que unisse a tradicional culinária japonesa com conceitos contemporâneos da gastronomia internacional. Com uma decoração que mistura o antigo e o moderno, a casa conta com varanda, robata e sushi-bar. A principal novidade é o menu degustação, no qual o cliente paga R$ 49,90 e elege itens do cardápio que vêm à mesa em miniporções. A porção de guiozas recheadas com shiitake e catupiry (R$ 11,50) é bastante pedida como entrada. Entre os pratos principais, destaque para o mix show, um combinado composto por trinta peças montadas na hora pelo chef Cristiano Avelino (R$ 80,00).
Faixa de Preço: $$$ - de R$ 50,01 a R$ 75,00

Endereço: Rua Marília de Dirceu, 170
Bairro: Lourdes
CEP: 30170-090
Telefone: 3292-4030
Lugares:110
Horário:12h/15h e 18h/0h (qui. a sáb. até 1h)


4- Mikado

Após cinco anos fechado, foi reaberto em novo endereço. Instalado em uma casa com dois pavimentos e varanda, o restaurante é decorado com quadros e objetos japoneses e no segundo andar tem um bar feito de madeira de demolição. O cardápio reúne pratos fiéis à culinária praticada no Japão, sem adaptações. Para a entrada, uma sugestão do sushiman Akio Yokoyama é a lula recheada com legumes (R$ 25,00, para duas pessoas). Entre os pratos frios, uma opção é o moriawase take, com quinze sashimis variados, dois nigiri sushi de camarão, dois de atum, dois de peixe branco e oito makis (R$ 98,00). Das receitas quentes, o kaisen teppan (camarões, peixe, lula e legumes grelhados na chapa) sai por R$ 40,00 e serve duas pessoas. Como sobremesa, tempura de sorvete de chá (R$ 10,00). Para beber, uma dica é a caipisaquê de abacaxi (R$ 8,00).
Faixa de Preço: $$ - de R$ 35,01 a R$ 50,00

Endereço: Avenida do Contorno, 2419
Bairro: Floresta
Telefone: 3789-0054
Lugares:120
Horário:18h/0h (fecha dom.)


5- Shankay

O novo restaurante é pequeno, com decoração de madeira, luminárias redondas e um grande espelho que confere amplitude ao local. Algumas mesas ficam dispostas na calçada. O cardápio transita entre as culinárias japonesa, chinesa e indiana. Durante o almoço, há opção de bufê por quilo, com makis, uramakis, sushi de pele, yakisoba, frango xadrez e camarões fritos (R$ 43,90, pratos frios, e R$ 27,90, pratos quentes). À la carte, uma opção de entrada é a salada de melão com especiarias (R$ 6,00). Entre os pratos principais, yakimeshi de shiitake com salmão ao molho missô (R$ 24,90), acompanhado por arroz com legumes e frutas secas (R$ 6,00). Para a sobremesa, abacaxi, maçã e morango flambados, com sorvete (R$ 13,50).
Faixa de Preço: $ - até R$ 35,00

Endereço: Rua Santa Rita Durão, 854
Bairro: Funcionários
CEP: 30140-111
Telefone: 3261-1106
Lugares:28
Horário:12h/16h (qui. e sex. até 23h; fecha dom.)


6- Udon

A robata (local de preparo dos grelhados) e o sushi-bar são instalados no salão, permitindo aos clientes acompanharem o trabalho da cozinha. As receitas ganham toques contemporâneos, como o kakiague especial, minitempuras de camarão, vieiras e legumes, com molho especial (R$ 22,00, para duas pessoas). A massa udon com curry, coco e frutos do mar grelhados aparece como prato principal (R$ 28,80). A casa oferece ainda menu degustação, com preços que variam de R$ 49,00 a R$ 108,00. Para beber, o saquê Takashimizu Seisen tradicional, feito apenas com o álcool do arroz (R$ 75,00 a garrafa). A sobremesa mais pedida é tempura de figo com sorvete de lichia (R$ 12,00).
Faixa de Preço: $$ - de R$ 35,01 a R$ 50,00

Endereço: Rua Gonçalves Dias, 1965
Bairro: Lourdes
CEP: 30140-092
Telefone: 3243-8005
Lugares:132
Horário:18h ao último cliente


7- Takê

O novo restaurante tem ambiente moderno com salão principal, área reservada e lounge no segundo piso, com sofá, mesas e tatames. Um aquário destaca-se na decoração. No bufê, pratos japoneses e chineses: sushis com ervas finas, hot filadélfia, harumakis, mini temakis e pratos quentes, como chicken orange (frango ao molho de laranja), yakisoba e frango xadrez. O preço do quilo é R$ 32,90 no almoço de segunda a sexta-feira, e R$ 37,90 à noite e nos finais de semana. À la carte são oferecidos sashimis (R$ 12,00, oito unidades) e temakis (R$ 6,50 a unidade). Para a sobremesa, a banana caramelada é cortesia da casa.
Faixa de Preço: $ - até R$ 35,00

Endereço: Rua Professor Moraes, 659
Bairro: Funcionários
CEP: 30150-370
Telefone: 3287-2730
Lugares:220
Horário:11h30/15h (sáb. e dom. até 16h) e 19h/0h (sex. e sáb. até 1h)


8- Mayu

Logo na entrada, uma carpa gigante esculpida na parede chama a atenção. No salão principal ficam o sushi-bar e a robata, a grelha japonesa. Para começar a refeição, uma opção é o ceviche del mar (peixes, camarões, lula e polvo cozidos a frio no suco de limão siciliano, com alho-poró, cebola, coentro e batata chips), que custa R$ 23,00 e serve duas pessoas. Dos pratos principais frios, o salmão toast (em crosta de gergelim, mel e raspas de laranja) é preparado com o uso de um maçarico, técnica desenvolvida pela casa para tostar levemente os alimentos - custa R$ 30,00. Para a sobremesa, banana flambada no saquê, servida com sorvete (R$ 12,00). Da carta de saquês, a sugestão é o Hakushika Karakuti, seco e muito leve (R$ 64,00 a jarra com 720 mililitros).
Faixa de Preço: $$ - de R$ 35,01 a R$ 50,00

Endereço: Rua Rubim, 107
Bairro: Sion
Telefone: 3225-6644
Lugares:120
Horário:18h/último cliente


9- Rokkon

O rigor na escolha dos ingredientes usados nos pratos e a técnica criativa do sushiman José Paulo Gonçalves fazem do Rokkon uma referência em Belo Horizonte quando o assunto é comida japonesa. A casa em Lourdes acaba de ser reformada e conta com mais um sushi-bar. Para a entrada, a sugestão é o shimeji do chef (cogumelos grelhados num molho especial), por R$ 23,00. Em seguida, pode-se degustar a novidade do restaurante: o sashimi white (salmão servido com molho de creme de leite e teriaki), cuja porção de dezesseis peças sai por R$ 38,00. Para finalizar, banana ao saquê com sorvete (R$ 12,70).
Faixa de Preço: $$$ - de R$ 50,01 a R$ 75,00

Endereço: Pátio Savassi, loja 237
Bairro: Savassi
CEP: 30110-039
Telefone: 3288-3788
Lugares:100
Horário:12h/0h (qui. a sáb. até 1h)


10- Kabuto

A beleza e o clima agradável da Mata do Jambreiro sempre encantaram a empresária Lígia Imanishi, que, em 2003, decidiu abrir o restaurante na estrada que liga Belo Horizonte a Nova Lima. Além da paisagem, o lugar chama a atenção pelo cardápio, baseado na culinária de Kioto, mais adocicada do que a de Tóquio. Para a entrada, a sugestão é lula refogada com shimeji e shiitake (R$ 40,00). Como prato principal, o miyako teishoku (sushi especial de salmão, conserva picante, maki de acelga recheado com salmão e temperado com molho da casa, sashimi de atum e sumashi), por R$ 53,00. O kabutomaki de banana com sorvete de creme, servido com calda de caramelo ligeiramente temperada com gengibre e canela (R$ 10,50) é a indicação de sobremesa.
Faixa de Preço: $$$ - de R$ 50,01 a R$ 75,00

Endereço: Rodovia MG-030, 3402
Bairro: Bosque do Jambreiro, Nova Lima
CEP: 34000-000
Telefone: 3581-7920
Lugares:150
Horário:19h/0h (sex. 12h/14h30 e 19h/1h; sab. e dom. 12h/1h; fecha seg.)


11- Yukai

O restaurante trabalha com três opções de rodízio. O promocional origami, servido de segunda a quarta, com alguns tipos de sushis, makis e pratos quentes (R$ 26,90). O yukai, que custa R$ 28,90, traz as mesmas peças do origami e mais oito pratos, a exemplo do fry (frango frito com molho tonkatsu) e do teriaki (macarrão na chapa com legumes). O rodízio especial é complementado por por sashimis, polvo e peixe branco (R$ 43,90). No sistema à la carte, destaque para a porção de camarão na manteiga (R$ 31,80), como entrada, e o shake teppan (salmão e legumes grelhados na manteiga), como prato principal (R$ 39,50, serve duas pessoas). Para sobremesa, a sugestão é o petit-gâteau, por R$ 12,80.
Faixa de Preço: $$ - de R$ 35,01 a R$ 50,00

Endereço: Rua Grão Mogol, 1045
Bairro: Sion
CEP: 30315-600
Telefone: 3287-3001
Lugares:200
Horário:18h/último cliente (sáb., dom. e feriados a partir das 12h)


12- Yo! Sushi Café

A ideia inicial do proprietário, Fernando Moreira, era manter a casa funcionando apenas para delivery. Mas, segundo ele, a demanda por parte dos moradores e habitués da Savassi justificou a abertura das portas do restaurante, que tem foco na cozinha japonesa contemporânea. No almoço, durante a semana, trabalha em sistema de self-service, a R$ 24,90 o quilo. À noite, com serviço à la carte, uma boa pedida é abrir a refeição com um misto de cogumelos servidos em cestinhas de queijo parmesão (R$ 19,00). Como prato principal, atum ao ponto com crosta de gergelim (R$ 36,00). Para finalizar, banana flambada com sorvete de canela, servida em cestinha de amêndoas (R$ 12,00).
Faixa de Preço: $$ - de R$ 35,01 a R$ 50,00

Endereço: Rua Inconfidentes, 302
Bairro: Funcionários
CEP: 30140-120
Telefone: 3282-8028/2002
Lugares:100
Horário:11h30/15h (qui. a sáb. também 18h/1h; dom. a qua. também 18h/0h)


13- Gendai

A rede paulista está presente em dois shoppings de Belo Horizonte. No BH Shopping, há sistema de rodízio, que abrange todo o menu da casa (com limite de dez fatias para o sashimi). De segunda a sexta, sai por R$ 39,90 por pessoa e, no fim de semana, o valor passa a R$ 44,90. No sistema à la carte, a sugestão de entrada é a porção com seis guiozas (R$ 11,90). Como prato principal, o combinado de salmão (sushi, sashimi e hot roll), por R$ 29,90. Entre as sobremesas, vale experimentar o harumaki doce, com recheio de banana com chocolate (R$ 5,50 o par).
Faixa de Preço: $$ - de R$ 35,01 a R$ 50,00

Endereço: Shopping Diamond Mall, loja BG 41
Bairro: Lourdes
CEP: 30180-915
Telefone: 3292-9133
Horário:11h30/23h


14- Ni Hao

Localizado em um belo casarão tombado no bairro Santo Antônio, o Ni Hao possui quatro ambientes: salão interno (onde estão dispostos os dois bufês, de culinária japonesa e chinesa), lounge (onde são feitas festas e reuniões), varanda e área de tatame. No self-service (R$ 37,90 o quilo), o cliente encontra mais de 25 opções de pratos, com destaque para os tradicionais sushis e os canapés de chocolate com pimenta e de pimenta biquinho. Para sobremesa, há o canapé de morango com chocolate. No cardápio à la carte, há opções de sashimis, temakis e petiscos.
Faixa de Preço: $$ - de R$ 35,01 a R$ 50,00

Endereço: Rua Carangola, 358
Bairro: Santo Antônio
CEP: 30330-240
Telefone: 3296-7555
Lugares:150
Horário:11h30/15h e 19h/0h (sex. 11h30/15h e 19h/1h; sáb. 12h/16h e 19h/1h; dom. 12h/16h e 19h/0h


15- Hoshi Cozinha Japonesa

Localizado no segundo andar da torre Alta Vila, no Vale do Sereno, o restaurante tem como como grande atrativo a vista que proporciona. Às terças e quartas, um rodízio com quase todos os itens do cardápio convencional é oferecido a R$ 49,90 por pessoa. Para pedidos à la carte, a sugestão é a lula hoshi, cozida e recheada com salmão, camarão e cogumelos (R$ 24,00). Entre os pratos principais, além dos tradicionais combinados, a casa serve o salmão mediterrâneo (peixe grelhado ao molho shoyu com balsâmico, acompanhado de espetinhos de abobrinha recheada com tomate e mussarela de búfala), a R$ 38,00. No rol das sobremesas, as frutas flambadas com Cointreau, conhaque e sorvete (R$ 16,00) são bastante requisitadas.
Faixa de Preço: $$$ - de R$ 50,01 a R$ 75,00

Endereço: Rua Senador Milton Campos, 145
Bairro: Vale do Sereno
CEP: 34000-000
Telefone: 3011-9700
Lugares:160
Horário:18h/último cliente (sab. e dom. 12h/último cliente)


16- Nagasaki

O proprietário, Sérgio de Moro, trabalha com comércio de peixes há vinte anos e diz que a experiência o ajuda a manter o rigor na escolha dos ingredientes que servem de base para os pratos. São três três tipos de rodízio. O primeiro, a R$ 31,90, inclui sushis, makis, sunomonos, pratos quentes e banana caramelada como sobremesa. O intermediário, a R$ 37,90, é acrescido de quinze opções de sashimis. O completo, a R$ 49,90, traz mais 28 variedades de sashimis, além de harumakis, filadélfias e tempuras. Para quem optar pelo serviço à la carte, a sugestão é começar pela porção individual do sudako especial (pepino ao vinagre com pedaços de polvo ou kani), a R$ 6,80, e seguir para o especial nagasaki, um combinado de 45 unidades com sushis, makis e sashimis, por R$ 52,90 (serve duas pessoas). Para finalizar, banana flambada com sorvete (R$ 6,90, individual).
Faixa de Preço: $$ - de R$ 35,01 a R$ 50,00

Endereço: Rua Gonçalves Dias, 2147
Bairro: Lourdes
CEP: 30140-092
Telefone: 3337-2887
Lugares:140
Horário:18h/último cliente (sáb., dom. e feriados a partir das 12h; fecha seg.)


17- Artesanato do Japa Sushi Lounge

Com ambientação moderna, o restaurante tem bufê com uma sequência de 25 pratos frios e seis quentes, a R$ 59,90 o quilo. Quem preferir o serviço à la carte pode começar os pedidos com a porção de enrolado de frango com catupiry (R$ 14,00). O tempura de frutos do mar, empanado de camarão, lula, salmão e legumes (R$ 36,00) é a sugestão de prato principal. Serve duas pessoas, assim como a entrada. Já as sobremesas, como o ice tempura (R$ 10,00) e o petit-gâteau (R$ 11,00), são individuais.
Faixa de Preço: $$ - de R$ 35,01 a R$ 50,00

Endereço: Rodovia MG-030, 16 - Seis Pistas
Bairro: Vila da Serra
CEP: 34000-000
Telefone: 3286-2825
Lugares:140
Horário:19h/0h (sab. e dom. até 1h)


18- Shitake

O carro-chefe do restaurante é o bufê self-service, que, de acordo com o proprietário, Ricardo Simões, tem o objetivo de oferecer as mesmas possibilidades das casas com serviço à la carte de Belo Horizonte. Entre as mais de 25 opções, destacam-se o sushi de camarão, o sushi com cogumelos, o salmão com pasta de pimenta e o salmão picante. Quando a casa está cheia, o self-service é incrementado com uma variedade de hot filadélfia. Na hora do almoço, o quilo sai por R$ 51,90 e, à noite, por R$ 61,90. De sobremesa, a sugestão é o rolinho de banana com canela ou o rolinho de Nutella com morango (R$ 12,50, com quatro unidades).
Faixa de Preço: $$ - de R$ 35,01 a R$ 50,00

Endereço: Rua Alvarenga Peixoto, 574
Bairro: Lourdes
CEP: 30180-120
Telefone: 3335-4633
Lugares:56
Horário:12h/14h30 e 19h/0h20


19- Tatame

O pequeno restaurante chama a atenção por seu estilo aconchegante, que lembra um bistrô. Trabalha principalmente com serviço de bufê, que oferece doze pratos quentes, como rolinho primavera e minicrepes, e mais de trinta iguarias frias, entre sushis e makis (R$ 59,00 o quilo). Do cardápio à la carte, a sugestão é experimentar o trio sashimi de entrada (polvo, atum e salmão), por R$ 45,00. Como prato principal, o tradicional hot filadélfia, que sai a R$ 23,00 e serve duas pessoas. Para adoçar a boca, banana caramelada recheada com chocolate e servida com sorvete (R$ 10,00, individual).
Faixa de Preço: $$ - de R$ 35,01 a R$ 50,00

Endereço: Rua Grão Mogol, 872
Bairro: Sion
CEP: 30310-010
Telefone: 3227-2069
Lugares:80
Horário:11h30/14h30 e 18/0h (sáb. e dom. 12h/16h e 18h/0h)


20- Sushi House

O ambiente descontraído, com sushi-bar, varanda e deque, dá o clima restaurante. Quem preferir o serviço à la carte pode começar com a porção de shiitake na manteiga (R$ 17,00). Na sequência, se estiver em grupo, uma boa opção é o combinado sushi house. Suficiente para quatro pessoas, ele chega à mesa num barco com sessenta peças, entre sushis de salmão e outros peixes, makis diversos, sashimis de polvo, salmão e peixe branco (R$ 91,00). Para finalizar, banana caramelada, que sai a R$ 7,00 a unidade. Há ainda o sistema self-service, que custa R$ 52,50 o quilo.
Faixa de Preço: $$ - de R$ 35,01 a R$ 50,00

Endereço: Avenida Fleming, 417
Bairro: Ouro Preto
CEP: 31310-490
Telefone: 3498-7660
Lugares:130
Horário:18h/0h (qui. até 1h; sex. até 2h; sáb. 12h/2h; dom. 12h/23h)


21- Hokkaido

Um dos restaurantes japoneses mais antigos da cidade, o Hokkaido conta com três ambientes: dois andares na parte interna, além de mesas na praça de alimentação do shopping. Além do serviço à la carte, oferece pratos executivos durante a semana. Para a entrada, a sugestão é o yakitori (espetinho japonês feito de frango marinado e grelhado), com valor a partir de R$ 5,00. Entre os pratos principais, opção rápida e bastante pedida é o teishoku, à base de salmão ou atum, que vem com dez acompanhamentos (R$ 56,50, serve duas pessoas). De sobremesa, uma boa pedida é o ice tempura, sorvete empanado com calda de chocolate (R$ 8,70).
Faixa de Preço: $$ - de R$ 35,01 a R$ 50,00

Endereço: BR-356, 2500 - loja R03, Ponteio Lar Shopping
Bairro: Santa Lúcia
CEP: 30320-901
Telefone: 3286-4020
Lugares:120
Horário:11h/0h (sex. e sab. 11h/1h; dom. 12h/0h)


22- Kei

A experiência de dez anos como gerente em um renomado restaurante japonês fez com que Érica Vilaça decidisse investir em uma casa do gênero que, além do cardápio, também tem como ponto forte a carta de saquês e de vinhos. Com sushi-bar, área de tatame e varanda, o ambiente da casa ganha descontração com sofás e cantinhos com o despojamento de lounge. Para começar a refeição, ebimaki fire (salmão recheado com camarão e cream cheese e grelhado no maçarico, acompanhado por molho teriaki), por R$ 30,00. Prato tradicional da casa, a seleção de frutos do mar (lula, polvo, peixe branco, camarões e mexilhão grelhados) sai a R$ 78,00 para duas pessoas. Para finalizar, tempura de brigadeiro com frutas vermelhas (R$ 12,00).
Faixa de Preço: $$$ - de R$ 50,01 a R$ 75,00

Endereço: Rua Bárbara Heliodora, 54
Bairro: Lourdes
CEP: 30180-130
Telefone: 3337-4000
Lugares:170
Horário:18h/0h (qui. a sáb. até 1h; dom. 13h/0h)


Fonte: Veja Belo Horizonte

Domingo, Outubro 18, 2009

FRASE DA SEMANA

"As pessoas viajam para admirar a altura das montanhas, as imensas ondas dos mares, o longo percurso dos rios, o vasto domínio do oceano, o movimento circular das estrelas, e no entanto elas passam por si mesmas sem se admirarem."

Santo Agostinho

Sonic Boom: o novo álbum do KISS

Sonic Boom: o novo álbum do KISS

Finalmente após longos 11 anos sem um álbum de inéditas, o Kiss lança o seu mais novo trabalho em estúdio, Sonic Boom.
A sensação que “Sonic Boom” nos passa é justamente a de que o Kiss pinçou o que fez de melhor nos anos 1980/90 e adicionou à sua velha fórmula de compor hits dos anos 1970. Um álbum de rock simples e direto, com leves pitadas de pop, mas sem frescuras e, por incrível que pareça, sem baladas mesmo.
As novidades ficam por conta de “All For The Glory”, faixa que traz a estréia “oficial” em estúdio de Eric Singer nos vocais principais, um pouco mais graves aqui do que de costume. Boa, mas não vai fazer falta ao vivo – no palco ainda será mais legal ouvir Eric cantando “Nothin’ To Lose” e “Black Diamond”, ambas gravadas originalmente pelo baterista original Peter Criss.
E em “When Lightning Strikes” é a vez de Tommy Thayer assumir o microfone principal, que por sinal dá conta do recado muito bem. Se nas guitarras ele reproduz Ace Frehley muito bem, sua voz, entretanto, soa bem diferente. Um bom arranjo de bateria e um solo que nos faz lembrar “Love ‘Em Or Leave ‘Em”, de “Rock and Roll Over”.
Sonic Boom é o lançamento que enfim sacia a vontade dos fãs que esperavam por algo novo que valesse a pena ser ouvido, já que o mediano “Psycho Circus” desapontou muitos quando lançado anos atrás. Nos Estados Unidos, “Sonic Boom” foi lançado também em uma versão tripla, contendo um disco com regravações de clássicos da banda (que já havia saído anteriormente no Japão) e um DVD com os melhores momentos do show de Buenos Aires neste ano. Os membros do “Kiss Army” podem comprar sem susto.


Músicas:

1. MODERN DAY DELILAH
2. RUSSIAN ROULETTE
3. NEVER ENOUGH
4. YES I KNOW (NOBODY'S PERFECT)
5. STAND
6. HOT AND COLD
7. ALL FOR THE GLORY
8. DANGER US
9. I'M AN ANIMAL
10. WHEN LIGHTNING STRIKES
11. SAY YEAH

Produzido por PAUL STANLEY
Co-produção de Greg Collins

Line up:

Gene Simmons (bass / vocals)
Paul Stanley (guitar / vocals)
Eric Singer (drums / vocals)
Tommy Thayer (guitar / vocals)


Disco de ouro

De acordo com o site Hits Daily Double, o álbum do Kiss, "Sonic Boom", está a caminho de vender entre 150.000 e 175.000 cópias nos Estados Unidos em sua primeira semana de lançamento.
O disco foi lançado na Europa em 5 de outubro pela Loud & Proud / Roundrunner Records e nos Estados Unidos e Canadá um dia depois, com venda exclusiva pela rede de varejo Wal-Mart e Sam's Club.
"Sonic Boom" foi produzido pelo vocalista/guitarrista Paul Stanley. A arte da capa ficou a cargo de Michael Doret, que já havia trabalhado com a banda no álbum Rock And Roll Over.


Fontes: Kiss FM / Whiplash

Amigos para sempre

Amigos para sempre

Um menino de sete anos do Camboja, Uorn Sambath, dorme e monta na cobra píton, de 4,8m de comprimento e 99 kg. Ele até passa talco na cobra que tem como animal de estimação.
A criança brinca com a cobra desde que começou a engatinhar. Segundo Khuorn Sam Ol, pai do menino, há uma ligação especial entre os dois. Eles dormiam juntos no berço.Alguns vizinhos às vezes chamam o menino e a cobra de marido e mulher, acreditando que talvez eles fossem um casal na vida passada.A cobra píton se uniu à família quando Uorn Sambath tinha apenas 3 meses de vida. A mãe do menino, Kim Kannara, viu o animal enrolado embaixo de uma esteira em sua cama.
O pai deixou a cobra em uns arbustos perto do rio local, mas duas semanas depois ela voltou à casa. A família resolveu adotá-la e chamá-la Chamroeun, nome que quer dizer progresso.Na pequena cidade de Sit Tbow, no Camboja, a tradição local ensina que criança que domina cobras tem poderes sobrenaturais. Por causa disso, até a mãe de Oeun Sambath pensa que ele vai ser um curandeiro ou bruxo quando crescer.
Tanto policais quanto guardas florestais tentaram levá-la a um zoológico, mas desistiam após ver o carinho do menino com a cobra.


Fonte: Terra

Você sabia?

Você sabia que Ushiku Daibutsu é a maior estátua do mundo?

A cidade de Ushiku guarda um enorme tesouro que leva, em parte, o seu nome: o Ushiku Daibutsu, a maior estátua de Buda do mundo.
Feita de bronze, ela possui 120 metros de altura, incluindo 10 da plataforma e outros 10 da flor de lotus em sua base. Devido a sua grandiosidade, o monumento pode ser contemplado a quilômetros de distância.
O Ushiku Daibutsu está num parque onde nascem centenas de flores que mudam a cada estação. Em uma pequena praça em estilo japonês, há várias carpas que ficam à espera de alimento, que pode ser obtidos em algumas casinhas que comercializam rações.
Por todo o local, o ambiente emana a tranqüilidade da religião indiana. Logo na entrada, os visitantes podem colocar incensos – a 100 ienes – em frente ao Buda.
Um elevador dentro da estátua leva as pessoas até um observatório, a 85 metros de altura. São cinco andares com lojinhas para comprar omiyage, ver fotos e registros da construção.
Um deles chama a atenção pela beleza e riqueza de detalhes de sua decoração. Por todas as paredes interiores, estão expostas 3,3 mil pequenas imagens douradas do Buda. Um final de passeio à altura da obra.
Fonte: UOL