Antes de algum de nós homens tirarmos sarro ou acharmos que TPM é uma simples frescura feminina, melhor procurarmos nos informar a respeito. Acho que o assunto é do interesse de ambos os sexos, afinal de contas, os homens também sofrem com a TPM, é claro que indiretamente.
O que é TPM
A TPM, ou TENSÃO PRÉ-MENSTRUAL, é uma doença que incide desde a adolescência até o climatério de 30 a 40% das mulheres, não ataca órgãos específicos, que não é detectável por exames laboratoriais ou "check-ups". Por isso, as mulheres portadoras são ridicularizadas, desvalorizadas e pré-julgadas. Todos, ao seu redor, consideram-nas exageradas, fingidoras, preguiçosas, pois justificam seus problemas profissionais e emocionais em fatos que, aos olhos alheios, são inexplicáveis,ademais,utilizam esses sintomas para infernizar a vida dos outros deliberadamente.
Qual a sua causa
De causa desconhecida apesar das inúmeras teorias para explicá-la , é o modelo típico de doença psicossomática, surgida a partir das modificações dos hábitos menstruais neste século. Pode estar relacionada às alterações bioquímicas nos níveis dos hormônios sexuais: estrogênio, progesterona, hábitos alimentares, estilo de vida ou stress .
Principais tipos de TPM
Hoje em dia são conhecidos e descritos quatro tipos principais de TPM:
• Tipo A – a ansiedade e suas conseqüências, são as características principais. • Tipo C – há predominância da compulsão alimentar irresistível, principalmente, por doces e chocolate. • Tipo D – há predominância de sintomas depressivos, nos quinze dias que antecedem a vinda da menstruação. • Tipo H – ocorrência, principalmente, de inchaço nos seios (deixando as mamas extremamente dolorosas), distúrbio do sistema nervoso central causando dores de cabeça, gazes no abdomen e dores musculares nas pernas.
Principais sintomas da TPM
• Baixa produtividade, falta de coordenação, ansiedade, dor muscular, dor de cabeça, depressão, ganho de peso, hostilidade, instabilidade, choro fácil, esquecimento e fadiga entre os mais de 150 sintomas existentes.
Como sanar a TPM
Auto percepção, auto-conhecimento e ajuda mútua são pontos básicos para se resolver os conflitos gerados pela TPM trazendo melhora significativa na qualidade da vida pessoal, profissional, familiar e social.
Sugestões para viver melhor com a TPM
Quando você vestir as roupas que escolheu para o dia poderá notar que nada é adequado para esses dias. Até você receber os benefícios do tratamento médico, procure não usar roupas apertadas. O contato com a roupa que parece um número menor é mais um fator de stress que vai irritá-la o dia todo, pois você irá achar que começou a ganhar peso. Aproveite para pesar-se e saber quanto de líquido em seu período pré-menstrual você retém. Lembre-se que ganho de peso pode ser só água e não gordura. Não entre em desespero e pânico só por líquidos retidos. Nos dias de hoje, a escolha do que comer é um fator essencial. Principalmente nestes dias alterados, o que se ingere faz muita diferença. Uma dieta rica em proteínas e fibras, pobre em açúcar refinado e sal, é a ideal. É preciso saber exatamente o dia do ciclo em que as alterações aparecem, para você cortar alimentos nocivos que só vão reforçar e aumentar seu mal estar. Evite comidas muito salgadas ou doces em exagero, pois elas provocam retenção de líquido, ganho de peso e trazem, neste período, um desconforto físico desnecessário.
Ultimamente um dos assuntos mais comentados aqui no BLOG é sobre a volta das boas e velhas bandas musicais do passado. O que todos diziam ser impossível, tornou-se realidade nestes últimos anos. O fato é que o retorno de bandas que se davam por aposentadas ou de ex-membros se juntando aos seus antigos companheiros de banda tornaram-se a grande febre do momento. Bandas como THE POLICE, LED ZEPPELIN, VAN HALEN, KISS, PINK FLOYD e outras, mesmo que temporariamente, nos fazem esquecer a pobreza musical que nos encontramos atualmente. Se é por dinheiro ou não, é indiferente. Quem sai ganhando com isso somos nós fãs dos bons sons carentes de boa música nos tempos atuais. Infelizmente uma das voltas mais esperadas, a do ABBA, não se concretizou, e é exatamente por isso que escolhi como o CLIP DO DIA de hoje. Se você é fã do ABBA e tinha esperança de uma dia vê-los reunidos novamente nos palcos, pode começar a chorar. É que Bjorn Ulvaeus, compositor e um dos líderes do grupo, revelou em recente entrevista que recusou um oferta de nada menos do que 1 bilhão de dólares para retomar as atividades do conjunto. Para deixar claro que voltar com o ABBA realmente está fora de cogitação, o músico disse que não aceitaria a proposta nem se o valor fosse dobrado. Ao contrário do que possa parecer, entretanto, ele afirma que tem boas relações com o resto dos integrantes (Agnetha, Benny e Anni-Frid) e nem tem vergonha do seu passado no "show business". Bjorn simplesmente acha que as pessoas ficariam desapontadas com um retorno do ABBA, uma vez que eles estão separados desde 1981. Além disso, dinheiro não é problema, uma vez que eles continuam faturando milhões com direitos autorias entre outras fontes de renda ligadas ao grupo. O ABBA foi o grupo musical sueco de maior sucesso mundial, dominando as principais paradas ao redor do globo entre a metade da década de 1970 e o início dos anos 1980. As vocalistas Agnetha e Anni-Frid (Frida) eram um show a parte, cantavam barbaridade e mostraram que pra se fazer sucesso é possível usar de charme e sensualidade sem ser preciso apelar para a baixaria e usar do corpo para obter a atenção do público e da mídia. Que sirva de exemplo para as bandas de pagode e axé aqui do Brasil...
Estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas. Foi transformado em santo (São Nicolau) após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele. A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal. Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom. Porém, em 1881, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o bom velhinho com uma roupa, também de inverno, nas cores vermelha e branca (as cores do refrigerante) e com um garro vermelho com pompom branco. A campanha publicitária fez um grande sucesso e a nova imagem do Papai Noel espalhou-se rapidamente pelo mundo. Atualmente, a figura do Papai Noel está presente na vida das crianças de todo mundo, principalmente durantes as festas natalinas. É o bom velhinho de barbas brancas e roupa vermelha que, na véspera do Natal, traz presentes para as crianças que foram obedientes e se comportaram bem durante o ano. Ele habita o Pólo Norte e, com seu trenó, puxado por renas, traz a alegria para as famílias durante as festas natalinas. Como dizem: Natal sem Papai Noel não é mesma coisa.
Nome do PAPAI NOEL em vários países:
- Brasil: Papai Noel - Alemanha: Nikolaus - Chile: Viejito Pascuero - Colômbia: Papá Noel ou Santa Claus - Dinamarca: Julemanden - Espanha, Argentina, Paraguai , Peru e Uruguai: Papá Noel - Estados Unidos: Santa Claus - Finlândia: Joulupukki - França: Père Noël - Inglaterra: Father Christmas - Itália: Babbo Natale - Países Baixos: Sinterklaas ou Kerstman - Portugal: Pai Natal - México: Santa Claus - Porto Rico: Santa Clo - República Dominicana: Santi Clo - Rússia: Ded Moroz
A frase "Feliz Natal" em várias línguas:
- Albanês: Gezur Krislinjden - Alemão: Frohe Weihnachten - Armênio: Shenoraavor Nor Dari yev Pari gaghand - Basco: Zorionak - Catalão: Bon Nadal - Coreano: Chuk Sung Tan - Croata: Sretan Božić - Castelhano: Feliz Navidad ou Felices Pascuas - Esperanto: Gajan Kristnaskon - Finlandês: Hyvää joulua - Francês: Joyeux Noël - Grego: Καλά Χριστούγεννα - Inglês: Merry Christmas ou Happy Christmas - Italiano: Buon Natale - Japonês: Merii Kurisumasu (adaptação de Merry Christmas) - Mandarim: Kung His Hsin Nien - Neerlandes: Prettig Kerstfeest - Romeno: Sarbatori Fericite - Sueco: God Jul - Ucraniano: Srozhdestvom Kristovym
Obs.: E pra todos vocês, "S prazdnikom Rozdestva Hristova"! ("Feliz Natal" em russo)
Inaugurando mais um espaço no BLOG, dessa vez reservado para as engraçadíssimas e muito bem elaboradas charges que encontramos pela net sobre os mais variados temas.
Muito bem sacada a charge sobre o que seria o Natal do QUARTETO FANTÁSTICO, equipe de heróis da MARVEL COMICS. O COISA sacaneando o TOCHA-HUMANA me fez lembrar das tradicionais brincadeiras de "INIMIGO OCULTO" que sempre acontecem nesta época do ano.
Um dos mais prestigiados guitarristas do mundo, Stanley Jordan retorna a BH, para fazer única apresentação dia 21 de dezembro, sexta-feira, a partir das 22 horas, no Freegells Music. Na atual fase, que inclui o Brasil como roteiro obrigatório de turnês, Stanley Jordan tem feito seguidas apresentações com uma banda formada por músicos brasileiros do mais alto calibre. Com Ivan "Mamão" Conti na bateria, integrante do lendário grupo Azymuth, e o talentoso baixista mineiro Dudu Lima no baixo acústico, elétrico de 4, 5 e 6 cordas e fretless, o guitarrista alcançou um entrosamento e uma química quase mágicas. Interpretando clássicos da música brasileira e da bossa nova, além dos standards do jazz e músicas próprias, o trio acabou desenvolvendo um trabalho de altíssima qualidade que já foi comprovado em mais de 40 shows no País, o que resultou em sessões de gravação que podem render um trabalho futuro já bastante aguardado.
Stanley Jordan nasceu em Chicago, 31 de Julho de 1959. É um músico de jazz e aclamado como um dos guitarristas que fizeram grandes contribuições técnicas e musicais para o instrumento. Jordan já se consolidou no rol dos músicos mais significativos de sua área. A carreira de Stanley Jordan tem fatos tão pitorescos quanto sua técnica. Mesmo formado em teoria musical e composição da Universidade de Princeton, ele escolheu viver a experiência de músico de rua, tocando em Nova York, Filadélfia e várias cidades no Meio Oeste e no Sul do Estados Unidos. A opção, ao contrário de outros casos, deu-lhe notoriedade. Afinal, os comentários davam conta de "um guitarrista incrível que tocava por alguns cents". Atraído pela novidade, o executivo Bruce Lundvall, então no selo Elektra Music, o procurou para uma audição e, impressionado, convidou o artista para gravar. Stanley Jordan recusou - acreditava que não estava pronto e queria se dedicar à música com a mesma intensidade com que se dedicava à família. Um ano e meio depois, Lundvall - já na recém-reativada Blue Note Records - voltou à carga e Stanley Jordan se tornou, então, o primeiro artista da nova fase do lendário selo. O álbum que se seguiu, Magic Touch (1985), foi primeiro lugar no quadro de jazz da revista Billboard por 51 semanas e rendeu a Stanley Jordan duas indicações para o Grammy e Disco de Ouro certificado nos EUA e Japão. Oferecendo uma síntese inteligente e sensível de estilos de jazz, Magic Touch tocou fundo o público em geral. Sua versão de "The Lady in My Life", de Michael Jackson, é considerada um padrão definitivo para o gênero conhecido como jazz contemporâneo. Em 1990, ele lançou o álbum Cornucopia. Extremamente aplaudido e também indicado para o Grammy, Cornucopia não deixou nenhuma dúvida: Stanley Jordan continuava a crescer musicalmente. Jordan, em seguida, se mudou para a gravadora Arista e, em 1994, lançou Bolero. O disco inclui uma versão groove-orientada de Bolero de Ravel.
Discografia
• Touch Sensitive (1982) • Magic Touch (1985) • Standards, Vol. 1 (1986) • Flying Home (1988) • Cornucopia (1990) • Stolen Moments (1991) • Bolero (1994) • The Best of Stanley Jordan (1995) • Stanley Jordan Live in New York (1998) • Relaxing Music for Difficult Situations, I (2003) • Ragas (2004) • Dreams Of Peace (2004)
Obs.: A capital mineira Belo Horizonte realmente se estabeleceu definitivamente dentro do circuito internacional de shows em território brasileiro. Stanley Jordan é um guitarrista fantástico de se ver, sua técnica interessantíssima e diferente é conhecida como a "técnica da digitação", na qual o guitarrista usa suas mãos no braço da guitarra como se estivesse digitando ou aparentemente tocando piano. Show imperdível!
Pra começarmos a semana com o pé direito e em alto-astral vamos com o belíssimo dueto de vozes de Kate Pierson e Cindy Wilson, vocalistas do B-52's. Banda norte-americana de NEW WAVE, movimento que explodiu nos anos 80, que tinha como a principal característica o visual colorido e chamativo. Formada em 1976, em Athens, a banda ainda contava com Fred Schneider (vocais), Ricky Wilson (guitarra) e Keith Strickland (bateria). O B-52´s já esteve na memorável 1ª edição do ROCK IN RIO, em 1985.
As rãs tropicais sul americanas dos gêneros Dendrobates e Phyllobates conhecidas como “sapinho-ponta-de-flecha” segregam um veneno mortal que é utilizado pelos indígenas na ponta de suas flechas. A toxina de uma destas rãs pode matar até 1.500 pessoas. Todos os sapos produzem substâncias tóxicas. Já as rãs raramente são venenosas, mas algumas que vivem na América Central e do Sul estão entre os animais venenosos do mundo. As suas cores vibrantes são um aviso: o animal que toca nelas pode ficar paralisado e morrer em poucos segundos. A rã venenosa é muito conhecida dos índios da Colômbia que usam o veneno dela na ponta de flechas nas suas caçadas. Os relatos indicam que a prática indígena de coleta de toxina consiste em capturar a rã viva, que é empalada e colocada sobre um braseiro; com a dor provocada pelo calor advém a secreção da toxina, na qual, então, é embebida a ponta da flecha de caça. Não há tratamento consolidado para o envenenamento desta toxina. O que se pode fazer a título experimental é tratar de reverter a depolarização de membrana mediante a aplicação de outras toxinas com efeitos antagônicos, como é o caso de tetrodotoxina (isolada do peixe-balão ou um tipo de baiacú) e de saxitoxina (de algas dinoflageladas). Interessantemente, a tetrodotoxina também é encontrada em duas rãs, Atelopus chiriquiensis e Atelopus varius (rã-arlequim) encontrada na Costa Rica e Panamá. Como pergunta final: o que ganha a pequena rã ostentando cores escandalosas e acumulando na pele tão potente toxinas? A resposta é simples: sobrevivência, afastando os predadores com ambos expedientes. Mas com isso tudo, ainda existe uma exceção: a cobra Liophis Epinephelus, se não imune, é pelo menos resistente à batracotoxina e ataca, engole e digere a pequena rã sem maiores problemas gástricos ou neurológicos.
Este é um verdadeiro exemplo de que “tamanho não é documento”, afinal de contas esta pequena rã mede cerca de um centímetro!
Homenagem ao meu querido irmão Renato M. Freire que está de passagem marcada para a Bélgica nesta próxima sexta-feira, dia 21/12. Forte abraço pra vc, meu irmão! Muita força, toda a sorte do mundo e sucesso!
Após ser anunciado como o vencedor da Bola de Ouro, prêmio oferecido pela revista France Football, neste domingo, em Paris, o meia brasileiro Kaká, do Milan, recebeu homenagens em um vídeo. Entre outras grandes estrelas, o craque foi elogiado pelos ex-jogadores francês Zinedine Zidane e o brasileiro Raí. O vídeo incluiu também declarações do goleiro Dida e do lateral-direito Cafu, seus companheiros de equipe no Milan. Foram exibidas ainda imagens de toda infância do craque, com presença inclusive do seu irmão Digão. Sereno como sempre, Kaká agradeceu a Deus, a mulher Caroline Celico e a seus pais. "Ganhar um prêmio desse tamanho é muito importante para a minha carreira", declarou. E para não provar o contrário, Kaká desequilibrou no jogo de seu time Milan na final do campeonato mundial interclubes contra o time argentino Boca Juniors, neste último domingo. Numa atuação impecável, Kaká marcou o terceiro gol dos italianos e ainda deu passe para dois gols anotados por Inzaghi. A partida terminou 4 a 2 para o Milan. "Eu driblo, tento fazer o gol de esquerda, tento fazer o gol de cabeça, tento fazer o gol de direita, tento dar o passe e o lançamento. Se não deu certo naquela vez, vou tentar outra. Uma hora que der certo, é ali que vão falar. Não tenho medo de errar", explica o atleta. Apontado como o futuro capitão da Seleção, Kaká assume o desafio com naturalidade: "Acho que eu posso ser o capitão, mais para frente, na próxima Copa, quem sabe? Seria muito legal e aí o sonho aumenta. Já pensou levantar a Copa do Mundo, como o Cafu fez e pode fazer mais uma vez? Realmente é um sonho". O jogador hoje é responsável pela ‘’KAKÁ MANIA’’, um gesto carinhoso dos fãs espalhados pelo mundo todo, principalmente no Brasil, Itália e Japão.
Kaká é um verdadeiro craque, prova disso é sua habilidade, sua explosão, velocidade espantosa, raciocínio e visão de jogo. Reparem, um craque de verdade joga de cabeça erguida e procura visualizar as possíveis e prováveis finalizações que podem se suceder no decorrer de uma jogada de ataque. Kaká é um destes...
MILAN X BOCA JUNIORS: um jogo que entrou para a história
Não costumo assistir a jogos de futebol nos dias de hoje, mas devo admitir que o jogo entre MILAN X BOCA JUNIORS pela final do campeonato mundial interclubes deste último domingo (16/12), em Yokohama (Japão), foi espetacular e entrou para a história.
O primeiro tetra-campeão mundial interclubes
Com a vitória do Milan sobre o Boca Juniors por 4 a 2, o time italiano se transformou no primeiro clube a conquistar o Mundial de Clubes pela quarta vez. O jogador brasileiro Kaká desequilibrou, marcou o terceiro gol dos italianos e ainda deu passe para dois gols anotados por Inzaghi. Antes a equipe italiana havia sido campeã também nos anos de 1969, 1989 e 1990, quando a competição ainda não era reconhecida pela Fifa e era disputada somente pelos vencedores dos torneios continentais da Europa e da América do Sul. Esta é, aliás, a primeira vez que um clube europeu fatura a competição desde que ela passou a ser chancelada pela principal entidade do futebol mundial. Antes, o Corinthians havia sido campeão em 2000, no Brasil (título recentemente reconhecido pela FIFA), enquanto São Paulo e Internacional faturaram as edições de 2005 e 2006, respectivamente, que já ocorreram no Japão, com a atual fórmula de disputa.
A bola com chip
Depois do tira-teima, já usado nas transmissões de TV, uma nova tecnologia poderá revolucionar a arbitragem dos jogos de futebol. Cientistas do Fraunhofer Institut de Erlangen, perto de Nurembergue, desenvolveram um sistema baseado em tecnologia wireless para determinar a posição exata dos jogadores em campo e, assim, esclarecer no ato dúvidas sobre impedimentos, gols e faltas discutíveis. A comunicação e determinação da posição ocorre através de um chip implantado na caneleira dos jogadores e outro dentro da bola de futebol. Os dados são coletados por até dez antenas posicionadas à beira do gramado, processados por um computador central e, em seguida, transmitidos para aparelhos portáteis. A idéia revolucionária partiu do presidente da Cairos Technologie AG, Hartmut Braun, e seu sócio Roland Stucky, após um jogo de veteranos do ATSV Mutschelbach. Como fazem milhões de torcedores todos os fins de semana no mundo inteiro, eles também discutiram horas se a bola havia entrado no gol ou não. Os chips captam com precisão centimétrica até duas mil vezes por segundo as posições atuais dos 22 jogadores e da bola", explica René Dünkler, do Fraunhofer Institut. Esses dados, processados imediatamente, podem ser usados tanto pelos juízes, para corrigir decisões e acalmar a torcida, quanto pelos treinadores, para avaliar o desempenho dos jogadores e, eventualmente, realizar substituições. Além do futebol, a nova tecnologia poderá beneficiar o basquete, vôlei, beisebol, golf e até o esqui. Fora do campo esportivo, o novo chip também poderá ser usado em sistemas de segurança nos aeroportos ou para controlar o movimento de presidiários e a localização de pessoas desaparecidas. A bola com chip pode ser o início de uma revolução que vai muito além dos campos de futebol. A introdução da nova tecnologia da linha de gol no futebol deu um passo à frente neste último domingo no jogo da final do Mundial Interclubes entre Milan x Boca Juniors. O sistema consiste em um chip implantado dentro da bola e de dispositivos enterrados dentro e fora do campo entre a linha do gol. Por enquanto, a tecnologia somente foi usada nas decisões referentes à linha de gol indicando se a bola ultrapassou ou não a linha de gol informando ao árbitro imediatamente. O sinal somente será comunicado aos oficiais do jogo.
A censura no futebol
O episódio triste deste jogo histórico ficou por conta de uma possível censura da mídia exigida pela FIFA em casos de lances polêmicos da partida. Isso ficou muito claro neste jogo aos 43 minutos do 1º tempo e logo aos 9 minutos do 2º tempo, ambas as jogadas foram dentro da área em lances duvidosos que poderiam resultar em pênaltis. Supõe-se que a TV estaria proibida de mostrar o replay de jogadas duvidosas como estas, mas o fato é que esta hipótese realmente aconteceu, tendo que a própria REDE-GLOBO passar o replay do lance, enquanto que a tarefa seria por obrigação de ser feita pela TV local, no caso, a responsável pela transmissão.
Dados do jogo:
- MILAN Dida; Maldini, Nesta, Kaladze, Bonera; Gattuso (Emerson), Pirlo, Ambrosini; Kaká, Seedorf (Brocchi); Inzaghi (Cafu). Técnico: Carlo Acelotti
Local: Estádio Internacional de Yokohama (Japão). Árbitro: Marco Rodríguez (MEX) Auxiliares: José Luis Camargo (MEX), Pedro Rebollar (MEX) Público total: 68.263 Gols: Inzaghi aos 20 e aos 25min do segundo tempo; Palácio, aos 22min do primeiro tempo; Nesta aos 4min do segundo tempo; Kaká aos 15min do segundo tempo Cartões Amarelos: Ambrosini e Kaká (Milan); Ibarra), Battaglia e Paletta (Boca Juniors) Cartões Vermelhos: Kaladze (Milan) e Ledesma (Boca Juniors)
Obs.: Só pra constar, a média de idade dos jogadores do Milan é de 31 anos de idade, mais uma vez provando o velho ditado que venho repetindo insistentemente aqui no BLOG: "panelha velha é que faz comida boa". Dizer que alguns jogadores do futebol brasileiro da atualidade são craques é uma tremenda piada. Pra quem viu jogadores da seleção brasileira como os das copas do mundo de 1970 e 1982 atuando... Fala sério, gente!
O que você pensaria se visse alguém correndo em cima d'água? Na certa você diria: "acho que estou sonhando". Mas isso é possível e não é um sonho, é uma realidade! O autor da proeza é um tipo de lagarto chamado BASILISCO que vive nas florestas da América Central e que pode correr sobre a água, e pode fazer isto extremamente rápido. Durante uma fuga de um predador, dirigem-se para um curso de água, que pode ter até 50 metros. Na água, o Basilisco pode correr a uma velocidade de 1,5 metros por segundo durante aproximadamente 4.5 metros antes de afundar e começar a nadar. O Basilisco consegue a incrível marca de 20 passos por segundo. É uma corrida alucinada que deixa para trás qualquer predador quando colocam-se correndo sobre as patas traseiras como uma pessoa ou ave. É como se ele tivesse pés de patos. Além disso, é um animal extremamente leve, pesa cerca de 90 gramas. Abas na parte de trás das patas permitem que ele patine na água. Estas abas se enrolam quando ele caminha na terra. Se surgir algum perigo, ele rapidamente vai para a água e corre veloz, enquanto as abas que ficam atrás das patas se abrem e se alargam o suficiente para ele poder correr sobre a água. Os longos dedos traseiros possuem uma dobra de pele cada que, quando o Basilisco se põe a correr, se abrem durante a descida da pata, e se fecham imediatamente quando puxado para cima. Então esta dobra apresenta uma certa resistência que o permite se manter acima da superfície. Trata-se de uma fileira de escamas ao redor de cada dedo, o que aumenta sua estabilidade sobre a linha d'água. Além disso, ao bater a pata sobre a água, uma bolha de ar se forma, ajudando a sustentar o seu peso. A estratégia fundamental é a agilidade e a velocidade do bicho. Antes que a pata estoure a bolha e afunde, ele consegue dar o próximo passo.
Você sabia que a bandeira do Brasil que balança na Praça dos Três Poderes em Brasília é a maior bandeira hasteada do planeta? Ela mede cerca de 14,30 metros de altura e tem 250 metros quadrados. De três em três meses, essa gigante bandeira é trocada devido o seu peso, evitando despedaçar-se ante o vento. Esta bandeira tem um belo papel na praça, bastando vê-la pela frente do Congresso Nacional, estando exatamente no centro do “H”.
Neste sábado, ainda em rítmo de balada, não poderia deixar de postar este clip descontraído do VAN HALEN. "Feels So Good" faz parte do álbum OU812 (lê-se: "oh you ate one too?"). Traduzindo: "oh você comeu uma também?", e para sabermos o que foi "comido" basta conferirmos no encarte do álbum, que foi lançado em 1988, o segundo com o vocalista SAMMY HAGAR. Mais uma das piadinhas do VAN HALEN...
Não me canso de rir dos mineiros... Que eles não se importem, afinal de contas, sou um mineiro também. E sendo um deles e que convive entre eles, não dá pra deixar passar desapercebido a característica mais marcante deste povo: o sotaque. Os mineiros são muito conhecidos por seu jeito quieto, tímido e desconfiado, mas nada é mais marcante que o sotaque. A mania de dizer que tudo é perto, as palavras no diminutivo e totalmente reduzidas são engraçadíssimas. Certo dia desses durante minhas "explorações" na net, descobri o que seria o DICIONÁRIO MINEIRO, ou o WINZIP MINEIRO (pra quem não sabe, WINZIP é um programa usado na informática para compactar alguns tipos de arquivo).
Aqui vão alguns exemplos:
- lidileite (litro de leite) - mastumate (massa de tomate) - dendapia (dentro da pia) - kidicarne (kilo de carne) - tradaporta (atras da porta) - badacama (debaixo da cama) - pincumel (pinga com mel) - iscodidente (escova de dente) - nossinhora (nossa senhora) - pondions (ponto de onibus) - denduforno (dentro do forno) - doidimais (doido demais) - tidiguerra (tiro de guerra) - dentifrisso (dentifricio) - ansdionti (antes de ontem) - séssetembro (sete de setembro) - sápassado (sabado passado) - oiucheru (olha i cheiro) - pradaliberdade (praca da liberdade) - vidiperfume (vidro de perfume) - óiprocevê (olha pra voce ver) - tissodaí (tira isso daí) - rugoiais (rua Goias) - onquié (onde que é?) - casopô (caixa de isopor) - quainahora (quase na hora) - osturdia (outro dia) - pronostamuinu (para onde nos estamos indo?)
...e o melhor de todos:
- nú!!!! (Nossa Senhora do Perpétuo Socorro!!!!)
Simplesmente genial! Mas segundo um amigo mineiro, o texto exagera um pouco. Será mesmo? (rs)
Tudo de bom sentir aquela coisa dentro da gente que arrepia o corpo. O olhar que fulmina. A mão que pega diferente, o toque leve e ao mesmo tempo firme. A boca que parece desfazer qualquer defesa que se possa ter. O cheiro perfeito do corpo. O jeito, o beijo que descontrola a mente. Será que esses sintomas são puro acaso, ou existe algo de impressionante que acontece quando conhecemos alguém que mexe com a gente, a tal ponto de nos sentirmos descontrolados? É verdade que existe "química" na paixão? Algumas pessoas realmente despertam mais desejos em nós do que outras? Seria só a beleza perfeita, o corpo escultural que faria um homem aproximar-se de uma mulher? Os músculos do macho que fazem com que uma mulher desafie qualquer obstáculo, para estar ao lado dele? Ou algo incrível que leva a sensação agradável e avassaladora que, como um imã, une duas pessoas assim do nada? Pois é... Uma sensação intensa durante o olhar, o toque diferente, sedutor, que arrepia até a alma. O beijo macio e úmido o suficiente para fazer o corpo estremecer de desejo.Seriam esses os sinais da presença da "química" entre um casal? Os estudiosos dizem que sim. Esse elemento ainda tão pesquisado é arrebatador e imprescindível para o início de um relacionamento. É como se fosse a união de "temperos" do corpo de um e de outro, como os grandes chefes de cozinha fazem para que seus clientes delirem ao saborear seus pratos. Certa vez, assisti a um filme em que a chefe de cozinha, quando servia seus pratos, levava os clientes a dançarem em cima de nuvens. Ficavam com o ar de bobice... Sem controle. Assim acontece com a "química" da paixão. Nos tornamos bobos de imediato, quando estamos ao lado de alguém que nos faça sentir assim, anestesiados. E, dependendo do grau de sintonia entre os corpos, já é possível percebê-la no primeiro encontro. É aquela coisa de ficar pregado no chão olhando alguém sem conseguir disfarçar. Estar como que preso no lugar e não poder dar as costas para esse alguém tão perturbador, que mexe e arrepia a nossa pele. Dizem os pesquisadores que certas substâncias são responsáveis por essa "química", como a dopamina, feniletilamina e oxitocina. Elas são encontradas no corpo humano com destaque durante a primeira fase do romance. Mas, segundo os estudos, a química da paixão tem prazo de validade, pode diminuir com algum tempo de convivência. O organismo se "acostuma" com os efeitos dessas substâncias e pode ficar resistente a elas. Assim, a loucura da paixão perde um pouco com a menor ação dessas substâncias, e diminui gradualmente. Mas nem tudo está perdido. Podemos intensificar essa "química", aumentando-a sem deixar que termine. Costumamos escutar as pessoas dizerem que sentem falta desse início de relacionamento gostoso e com tanto "fogo". Também haja "química"! Faz-se loucuras, fala-se o que pensa, atravessa-se barreiras antes intransponíveis. Os hormônios estão a toda e como desenfreados nos levam a fazer coisas que depois vamos ficar de boca aberta só em pensar. Mas conforme o relacionamento vai se adequando, estabilizando, o amor vem chegando e dá uma "arrumada" na paixão. E podemos sentir falta daquela sensação de loucura. Com medo, queremos voltar ao tal ponto, mas como a "química" equilibrou-se, é preciso a utilização de certas estratégias para reacender a chama. No entanto, não é tão difícil assim. Uma poção de "química", de vez em quando, não faz mal a ninguém, ao contrário, vai ajudar e muito a sentir de novo aquele arrepio que faz a vida voltar a ser delirante. Então deixe de preguiça e procure estar mais próximo do estado de sedução e desejo que, com certeza, vai provocar delírios a quem esteja ao seu lado.
Dicas poderosas e repletas de "químicas" de paixão:
- Não deixe que questões familiares, financeiras e de trabalho dêem fim à paixão. Essas questões podem diminuir o erotismo entre o casal. Equilibre as discussões e nada de conversas intermináveis sobre os problemas do dia-a-dia. - Deixe transparecer os sentimentos, o que ativa a "química" da paixão. Fale das sensações que tem quando está com o parceiro e o que o toque de suas mãos, boca, corpo, provocam em você. -Seja criativo: saia da rotina! Leve a pessoa ao motel ou mesmo crie em casa um cenário repleto de fantasias - velas acesas, lençóis com aroma, cremes de massagem, objetos eróticos; - Faça sexo no carro, no elevador, na escada, onde for possível para aquecer a relação e despertar a adrenalina que pode estar meio "descansada" demais e fazendo falta na "química" da paixão. - Massagem com os pés, mãos e o próprio corpo. Todas as partes do corpo possuem tato, portanto, use isso como arma de sedução. Não esqueça os óleos que aquecem a pele, eles dão um "plus" à massagem. - Domine a relação de vez em quando: pegue a pessoa de surpresa e vire-a ao "avesso" e sem tempo para falar, comece a beijá-lo e tocá-la com paixão. Esse movimento surpreende e ativa a adrenalina no corpo, o que vai ajudar muito na sensação de desejo e elevar a temperatura da "química". - Segure forte os cabelos, reciprocamente. A pessoa ficará surpresa e entregue a momentos de delícia sob seu controle. O "poder" exerce um forte fascínio entre os apaixonados. - Prepare um jantar que desperte os cinco sentidos: o alimento deve ser bonito, ter aroma fascinante e sabor agradável. Despertar os sentidos é colocar o corpo em alerta para gerar um clima especial e delicioso. - Utilize alimentos afrodisíacos: frutos do mar contêm minerais que ajudam na formação de testosterona; chocolate: propriedade estimulante liberando endorfina, causando sensação de bem-estar. Petiscos em lugares estratégicos do corpo: degustá-los provoca prazer em ambos. Entre eles, os campeões são: amendoim - colabora para vasodilatação sanguínea, por isso é relacionado ao aumento da libido e do apetite sexual. Temperos picantes apimentados - com efeitos fisiológicos, como freqüência cardíaca elevada e sudorese, similares às reações experimentadas durante o sexo. Calda de chocolate ou chantily - "cremes" eróticos eleitos como os mais utilizados pelos amantes.
A criatividade deixa a "química" que está desperta, mais louca ainda. Ou aquela que tem ficado adormecida, ressuscita com muito prazer...
(Texto de BETH VALENTIM, psicanalista e escritora)
Já que hoje é sexta-feira, dia de balada, nada melhor do que um som pra gerar este clima, e o HUMAN LEAGUE é uma banda que recomendo para esta ocasião. Formada no final da década de 1970 (1977), tendo atingido grande popularidade na década de 1980 e regressado depois em meados dos anos 90 com diversos hits para FM, teve a sua composição alterada ao longo dos anos, sendo que o único membro original ainda na banda é o vocalista e songwriter Phil Oakey.
Eles estão de volta, 27 anos após a separação os Led Zeppelin, uma das maiores banda de rock de todos os tempos regressaram aos palcos com um concerto único em Londres, Inglaterra. A atuação é já considerada um dos grandes acontecimentos musicais do ano e tem sido rodeada de um entusiasmo raro - apesar de números contraditórios, sabe-se que milhões de pessoas tentaram reservar bilhete através da Internet. Todavia, só 20 mil felizardos conseguiram comprar ingresso para a O2 Arena, ao preço único de 175 euros. A banda quase dispensa apresentações. De 1969 a 1980, os Led Zeppelin gravaram nove álbuns e afirmaram-se como um dos mais populares fenómenos de rock da década de 70, tendo vendido, até hoje, qualquer coisa como 300 milhões de discos. A formação de Jimmy Page, Robert Plant, John Paul Jones e John Bonham acabaria por separar-se após a morte do último, o baterista, ocorrida a 24 de Setembro de 1980, alegadamente devido a uma overdose de vodka. Depois disso, os Zeppelin juntaram-se apenas para um concerto no Live Aid de 1985 e, três anos depois, num espectáculo para assinalar os 40 da editora Atlantic. Consta que as zangas entre a dupla Page/Plant e o baixista Jones inviabilizaram qualquer regresso nos anos posteriores... até agora. A título de curiosidade, registre-se que a média de idades dos três músicos ronda os 61 anos. Em Londres, os três elementos originais fizeram a sua aparição e na bateria estava Jason Bohnam, o filho do baterista original. Os autores de clássicos como "Stairway To Heaven" ou, entre muitos outros, "Whole Lotta Love" permaneceram em palco perto de duas horas. Este concerto esteve inicialmente agendado para 26 de Novembro, mas teve de ser adiado porque Jimmy Page fracturou um dedo. Num tributo a Ahmet Ertegun, a principal atração foi a reunião do LED ZEPPELIN que começou às 19h15 (horário de Londres) do último dia 10 de dezembro com uma introdução do promotor Harvey Goldsmith e um vídeo sobre o homenageado da noite. A primeira banda a se apresentar foi uma combinação do EMERSON LAKE & PALMER, YES e BAD COMPANY com uma versão de "Fanfare For The Common Man". A seguir tocou a BILL WYMANS RYTHMN KINGS com uma versão de "I Got A Woman" de RAY CHARLES. O show de reunião do LED ZEPPELIN foi iniciado por um trecho do DVD "The Song Remains The Same" com a notícia de que o LED ZEPPELIN havia batido o recorde de público dos BEATLES em 1973, em um show na California. O palco é simples, com uma tela de vídeos atrás da banda.
SET LIST do show:
Good Times Bad Times Ramble On Black Dog In My Time Of Dying For Your Life Trampled Under Foot Custard Pie Nobody's Fault But Mine No Quarter Since I've Been Loving You Dazed And Confused Stairway To Heaven The Song Remains The Same Misty Mountain Hop Kashmir
Whole Lotta Love Rock´n´Roll
Obs.: A volta do ZEPPELIN é apenas mais uma das muitas nessa onda de retornos de bandas do passado. Isso só prova ainda mais a carência que a música sofre atualmente com bandas sem graça e totalmente pobres de técnica instrumental e de letras. Isso tudo me faz lembrar um velho ditado: "panelha velha é que faz comida boa". E que provem o contrário!
O clip de hoje é o grande clássico dos anos 80 "Something To About You" da banda LEVEL 42. A banda teve seu auge nas décadas de 80 e 90, com canções nas paradas de sucesso de todo o mundo. É reconhecida pela alta qualidade dos músicos, destacando principalmente Mark King, baixista e vocalista do grupo. O Level 42 já vendeu mais de 30 milhões de cópias em todo o mundo.
Alguma coisa está mudando em nossa sociedade e, felizmente, mudando para melhor. Mais e mais pessoas e grupos estão abrindo olhos e coração para os excluídos do banquete da vida. A esperança volta a brilhar, iluminada pela solidariedade de tanta gente que se preocupa em mitigar o sofrimento dos milhões de homens e mulheres aos quais a vida negou trabalho, saúde do corpo e da mente, casa, comida, amor, respeito. Vejam lá: Há os que montam e distribuem cestas básicas a famílias necessitadas e os que fazem campanhas de brinquedos para as crianças carentes. Há os que levam um prato de comida quente e saborosa, um pedaço de pão, um café com leite para os moradores de rua, e os que organizam festas nos hospitais, nas creches, nos asilos de velhos. Enfim, há os que dedicam seu tempo livre ensinando, orientando, ajudando como voluntários em instituições públicas e privadas.
O povo brasileiro está aprendendo: • que o exercício da cidadania supõe uma consciência clara dos direitos e deveres de cada pessoa. • que o cidadão de verdade cumpre seus deveres mas é intransigente na defesa de seus direitos. • que se o direito de alguém é desrespeitado abre-se uma janela perigosa para o desrespeito ao direito de todos. • que se o fosso que separa ricos e pobres continuar a se alargar e aprofundar, acabará por engolir a todos, tornando impossível a paz social que todos querem.
Toda esta solidariedade se faz mais evidente nestes dias que antecedem o Natal. Mas ela vem de longe e acontece o ano todo. Pode-se dizer mesmo que o próprio Natal readquire seu profundo significado por causa desta solidariedade que o povo de uns tempos para cá vem exercitando. Porque ela é fruto da descoberta de que todos têm o mesmo direito à vida, ao respeito, à dignidade. Porque esta solidariedade reaproxima as pessoas pra lá das diferenças de raça, idade, sexo, cultura ou condição econômica. Porque esta solidariedade abre o caminho para a fraternidade.
(Texto extraído do Jornal MISSÃO JOVEM)
Obs.: Para aqueles que nunca fizeram um ato de solidariedade, está aí a deixa! Pelo menos na época de natal, né gente...
Até que demorou pra eu criar um espaço no BLOG para video clips. Mas antes tarde do que nunca, e para tirar o atraso, optei em postar um video clip diariamente. Como um admirador dos bons sons, abro espaço para a música verdadeira, a música feita com qualidade e por quem sabe das coisas. A música para ser boa tem que vir do fundo da alma, feita com honestidade e com muito sentimento. Deixo então minhas preferências de lado não me importando com estilos ou rítmos, pois o que é verdadeiramente bom, é bom, e pronto! Sendo assim, que comecemos em grande estilo...
Inaugurando o espaço, um grande sucesso dos anos 70 muito tocado na rádio ANTENA 1 FM, "Baby Come Back", música gravada pela banda americana PLAYER, formada por Peter Beckett, John Charles "J.C." Crowley, Ronn Moss, e John Friesan. A música é o maior single da banda alcançando a posição nº 1 da BILLBOARD HOT 100 em 1978. Curiosamente, essa música aparece no episódio “Homer Alone” dos SIMPSONS e também no filme TRANSFORMERS.
Indescritível o show do THE POLICE neste último sábado, no estádio do Maracanã, Rio De Janeiro, numa noite maravilhosa típica da capital carioca, contrariando o pessimismo da metereologia que previa chuva. A banda pisou no palco logo após o show de abertura dos PARALAMAS DO SUCESSO que contou com a participação do guitrarrista ANDREAS KISSER, do SEPULTURA. Pouco depois, a guitarra de ANDY SUMMERS tocou os primeiros acordes de "Message in a Bottle", e cerca de 80 mil pessoas começaram a pôr um fim à saudade acumulada nos 25 anos em que a banda inglesa não pisava em terras brasileiras. O baixista e vocalista STING já foi gastando todo seu português logo de cara. "Que saudade do Brasil", disse o cantor e baixista. Apresentou os companheiros, sempre em português, e perguntou à platéia: "Querem cantar? Quem canta comigo?". O pedido foi atendido em boa parte do repertório, um desfile invejável de hits - "Message in a Bottle" abriu, mas foi em "Don’t Stand So Close To Me" que o coral gigante começou a ficar mais engajado. STING está com a voz em forma, e tocando um baixo todo esfolado, muito velho, acompanhado de ANDY SUMMERS (guitarra) e STEWART COPELAND (bateria). STING tocou ainda uma flauta andina em "Walking In Your Footsteps". Um dos pontos altos do show foi a interpretação de "Roxanne", um dos principais hits do POLICE. O guitarrista ANDY SUMMERS mostrou que evoluiu muito, abusando das improvisações e usando efeitos extraordinários na guitarra. À ANDY passava a tarefa de reger a multidão e até experimentar alguns solos mais exuberantes no seu instrumento, como fez em "Voices Inside My Head". Durante a execução de "Invisible Sun", um video com imagens de crianças muito tristes, que progressivamente iam se alegrando, enchia o telão.
COPELAND tocou percussão e deu um show a parte para lavar a alma da multidão - mas de suor, não de chuva. Sem dúvida alguma o destaque do show foi o baterista COPELAND, mostrando um vigor invejável, repleto de técnica e habilidade, roubando a cena na percussão de "Wrapped Around Your Finger" e "King Of Pain". COPELAND pode ser considerado facilmente como um dos melhores do mundo no instrumento! A banda encerrou o show com "So Lonely", "Every Breath You Take" e "Next to You". A parte triste ficou por conta dos telões laterais que não funcionaram, e a área VIP, plantada em frente ao palco, tomava muito espaço (desnecessário) para poucos, enquanto no restante do gramado os fãs faziam filas gigantescas por banheiros e cervejas (só podia ser coisa da REDE GLOBO mesmo). No final, os vendedores já estavam vendendo cervejas em lata em outros lugares do estádio, burlando a vigilância dos organizadores.
Confiram o SET LIST:
1- Message in a Bottle 2- Synchronicity II 3- Walking On The Moon 4- Voices Inside My Head/When The World Is Running Down 5- Don't Stand So Close To Me 6- Driven To Tears 7- Truth Hits Everybody 8- Hole In My Life 9- Every Little Thing She Does Is Magic 10- Wrapped Around Your Finger 11- De Do Do Do De Da Da Da 12- Invisible Sun 13- Walking In Your Footsteps 14- Can't Stand Losing You/Reggatta De Blanc 15- Roxanne
16- King Of Pain 17- So Lonely 18- Every Breath You Take 19- Next To You
O show (em audio) está disponível para download no link:
Aos críticos musicais rabugentos de plantão, lembrem-se que os três integrantes da banda já ultrapassam os 50 anos de idade, sendo que ANDY SUMMERS já chegou na casa dos 60. Comparar a performance de palco desta turnê com a dos velhos tempos, é pura falta de coerência e sensatez. E tecnicamente falando, a banda evoluiu, e muito! Se alguns críticos citam que no show faltou empolgação do público, a culpa é da própria mídia que deixou um espaço totalmente desnecessário de 30 mts na frente do palco reservado para a área VIP. É sempre bom lembrar que o público também faz parte do espetáculo, e parece que a REDE BLOGO não sabe disso! Relevem as palhaçadas do tal canal de TV... Pra quem não conhece o som da banda ao vivo ou não viveu os anos 80, vale a pena conferir!
Aproveitando a charge postada anteriormente, segui no embalo dos RAMONES e resolvi postar esta música natalina da banda. A letra é fraquinha mas vale pelo clima natalino. Afinal de contas, o que poderíamos esperar a mais dos RAMONES? Mas se é ROCK N´ ROLL, então tá valendo...
"Merry Christmas (I Don't Want To Fight Tonight)" - Ramones
Merry Christmas, I don´t want to fight tonight Merry Christmas, I don´t want to fight tonight Merry Christmas, I don´t want to fight tonight Where is Santa ? At his sleigh ? Tell me why is it always this way ? Where is Rudolph ? Where is Blitzen, baby ? Merry Christmas, merry merry merry Christmas All the children are tucked in their beds Sugar-plum fairies dancing in their heads Snowball fighting, it´s so exciting baby I love you and you love me And that´s the way it´s got to be I loved you from the start 'Cause Christmas ain´t the time for breaking each other´s hearts Where is Santa ? At his sleigh ? Tell me why is it always this way ? Where is Rudolph ? Where is Blitzen, baby ? Merry Christmas, merry merry merry Christmas All the children are tucked in their beds Sugar-plum fairies dancing in their heads Snowball fighting, it´s so exciting baby Yeah, yeah, yeah I love you and you love me And that´s the way it´s got to be I loved you from the start 'Cause Christmas ain´t the time for breaking each other´s hearts Merry Christmas, I don´t want to fight tonight Merry Christmas, I don´t want to fight tonight Merry Christmas, I don´t want to fight tonight
TRADUÇÃO:
"Feliz natal, eu não quero brigar esta noite"
Feliz natal, eu não quero brigar esta noite Feliz natal, eu não quero brigar esta noite Feliz natal, eu não quero brigar esta noite com você
Onde está Papai Noel com o seu trenó? Diga-me, por que é sempre desse jeito? Onde está Rudolph? Onde está Blitzen, amor? Feliz natal, feliz feliz, feliz natal
Todas as crianças estão em suas camas Fadas de açúcar estão dançando em suas cabeças Briga de bolas de neve é tão excitante, amor
Eu te amo e você me ama E é desse jeito que tem que ser
Obs.: Traduçãozinha básica, não?! Tudo em nome do espírito natalino... (rs)
Achei bacana a charge de natal do cartunista MARCIO. Além de abordar o tema, ele ainda aproveitou para homenagear o saudoso ex-vocalista do RAMONES, JOEY RAMONE, falecido em 2001 de câncer linfático.
O Natal é uma época festiva e existe algo a festejar por esta altura: o fato de os mais desfavorecidos o serem menos um bocadinho por esta altura, pese embora uma certa hipocrisia associada a essa menor desigualdade. As pessoas aparentam uma maior solidariedade por esta altura e a verdade é que o que interessa são os resultados e não tanto as motivações dessa maior solidariedade. O Natal é talvez a maior invenção capitalista conhecida, mas isso não me incomoda, antes, alegra-me. Há menos desemprego, menos fome, menos tudo de mau pela fúria consumista desta altura. Isso é mau? Para mim é bom. Haverá sempre quem rogue pragas a esta fúria consumista (fúria esta em que eu não me meto), apregoando em voz alta os malefícios do consumismo e, claro, do capitalismo. Mas não se lembram que se há menor injustiça social nesta altura, isso deve-se, em primeira linha, a esse capitalismo. O capitalismo faz mais pelos pobres e desfavorecidos do que qualquer campanha socialista, ainda que nem sempre pelos bons motivos - o altruísmo é uma obrigação? Perguntem a um sem-abrigo se prefere ter a barriga cheia ou os ouvidos de boas palavras.
É assustador a pobreza musical que estamos atravessando de uns tempos pra cá. Contam-se nos dedos os minguados artistas que surgem com algum talento ou inovação no meio musical. E pensar que tivemos bandas fantásticas em épocas remotas, dando a impressão de que nada ensinaram a estes “artistas” que surgem atualmente. O desespero é tamanho, que somos obrigados a nos tornarmos verdadeiros pesquisadores e historiadores musicais. Sendo assim, não nos resta outra alternativa a não ser resgatarmos algumas das pérolas musicais do passado, que por uma razão ou outra, em tal época não tenham recebido o devido valor e reconhecimento. E se isso aconteceu no passado, não é à toa, pois com uma história musical tão rica como a que tivemos, tornava-se quase que impossível ouvir tudo o que era bom. É exatamente esta a proposta desta coluna. Em resumo, é difícil esperarmos algo do mesmo nível nos dias de hoje, e enquanto resgatamos estas pérolas do passado e esperamos exaustivamente por um milagre musical, sugiro no mínimo refletirmos as sábias palavras de Joseph Ernest Renan, que diziam: "Os verdadeiros progressistas são os que partem de um profundo respeito ao passado."
David Lee Roth - Eat ‘Em And Smile (1986)
Famoso por ser o primeiro vocalista do Van Halen - e muita gente acredita que o Van Halen acabou quando ele foi substituído por Sammy Hagar - Roth tem uma carreria solo muito interessante. Vocalista de ótima voz e performático como poucos, seus trabalhos têm uma característica interessante, que é sempre contar com excelentes músicos.David não fez pouco ao formar a “banda de apoio” de seu primeiro álbum solo, “Eat ‘Em and Smile” e montou uma verdadeira Seleção:
- Na guitarra um dos maiores, se não o maior, guitarrista da história, Steve Vai.
- No baixo, Billy Sheehan, músico virtuoso espetacular, que transita do Rock ao Jazz.
- Na bateria, o brilhante Gregg Bissonette.
Provavelmente, jamais haverá banda tão brilhante tecnicamente como esta. E quando associada à voz marcante e ao carisma de David Lee Roth, só poderia gerar grandes álbuns. E gerou. Trabalho de estréia de David Lee Roth. É um álbum tecnicamente excelente, mas heterogêneo. É difícil domar tantas feras e transformar o resultado final em algo coeso. “Eat ‘Em and Smile” tem momentos brilhantes e épicos, como “Yankee Rose”, faixa de abertura, que de partida mostra um “diálogo” entre David Lee Roth e a guitarra de Steve Vai. Sim, ela “fala”. E a música é um petardo sonoro. “Shyboy” é acelerada e festeira, enquanto “Goin’ Crazy” é a cara do que seria a sequência da carreira de Roth: rock/pop cheio de variações. E tem ainda a versão explosiva do blues “Tobbaco Road” e “Elephant Gun”, que traz um excelente duelo entre a guitarra de Vai e o baixo de Sheehan. O álbum é quase perfeito. Individualmente as faixas são excelentes, mas carregam muito da percepção e conceitos individuais dos 4 membros. Sem contar que David ainda está sob influência dos anos de Van Halen, pois algumas músicas poderiam ter participado de álbuns da banda. Ouvidas isoladamente, as músicas são brilhantes, mas neste álbum, parecem mais uma coletânea. Faixas
Confira abaixo os vídeo clips de duas faixas do álbum Eat ‘Em and Smile:
"Yankee Rose" - David Lee Roth
"Goin´ Crazy" - David Lee Roth
Fonte: Blog Do Cesar
Drama - Yes (1980)
Conseguem imaginar a banda Yes sem o inimitável vocalista Jon Anderson? Bem, isso não é lenda urbana e aconteceu em 1980. Jon desfrutava nesta época de um enorme sucesso solo, em suas parcerias com o tecladista grego Vangelis (Carruagens de Fogo e Blade Runner). O Yes, pelo contrário, patinava disco a disco desde a saída de Rick Wakeman em 1974, após o conturbado, mas legendário, Tales From Topographic Oceans. Discos irregulares como Relayer, Tormato, Going For The One se seguiram. Mesmo a volta de Wakeman não empurrou a criatividade da banda adiante. Em plena era Punk, o Yes era um dos alvos favoritos da imprensa musical. O baixista Chris Squire (único integrante presente em todos os discos do Yes) felizmente tinha ouvido aguçado para novidades e tomou contato com o trabalho de dois músicos então de vanguarda (a chamada "New Wave", reação Pop à simplicidade do Punk), Geoff Downes e Trevor Horn. Os dois, membros da banda The Buggles, responsável pelo primeiro vídeo tocado na MTV - "Video Killed The Radio Star", um clássico New Wave e um hit. A insistência de Jon Anderson (e Rick Wakeman) em exigir mais tempo para a carreira-solo adiar a gravação de um novo disco do Yes ajudou a mudança a acontecer. Downes e Horn, convidados inicialmente para "dar um gás" no novo disco do Yes, subitamente foram convidados a entrarem para a banda. Mais surpreendente, aceitaram no ato. Daí surge "Drama", o disco do Yes sem Jon Anderson. Um disco que inicia a aproximação do Yes com os sons em voga na época. Há trechos de Reggae (1980, auge do The Police e época em que o Rush também se aproximava do estilo). Há forte trabalho dos teclados, porém distantes do virtuosismo erudito de Rick Wakeman, substituído por uma abordagem mais pop, voltada para as melodias centrais de cada canção, especialidade de Downes. Steve Howe deixou de lado o barroquismo de sua guitarra (já mostrado à exaustão nos seus inúmeros - e bons - discos-solo) e toca licks e riffs mais diretos, inclusive mais pesados que dantes. Chris Squire, como sempre, é a locomotiva da banda, colocando o baixo mais na frente possível na mixagem, sem masturbação virtuosa (as quebras de ritmo, dessa vez, são mais suaves e paulatinas, o exigido por ritmos como o Reggae e a New Wave). Trevor Horn, embora com um timbre diferente de Jon Anderson (óbvio), apresenta-se elegantemente eficaz para as canções apresentadas, nunca roubando para si o show. Alan White, já escolado por tocar com John Lennon antes do Yes, adota uma postura mais rítmica, sem gorduras e devaneios exibicionistas, na sua bateria sempre marcante. Dito isso, o clima das canções (mais curtas, no geral) é mais sombrio que a média dos trabalhos do Yes (Jon Anderson sempre foi um pólo irradiador de luz e espiritualidade). Sombras, porém distantes da grandiosidade wagneriana dos discos anteriores da banda. Ademais, as sombras convivem com a luminosidade das melodias pop, surpreendendo os fãs de carteirinha da banda que um dia fizera "Close To The Edge". O futuro trabalho de ex-membros do Yes na banda Asia também nasceu aqui. As músicas: a abertura, "Machine Messiah", é uma demonstração do potencial rítmico da nova formação do Yes, retendo algo da grandiosidade anterior. "White Car" é uma breve vinheta eletrificada, algo engraçada (isso é novidade, uma música bem-humorada do Yes). "Does It Really Happen" solta camadas e camadas de melodias New Wave que assustariam Rick Wakeman ("Into The Lens" salva o fôlego dos ouvintes com uma incursão quase-Prog, no entanto soa estranhamente "alternativa" para os fãs mais tarimbados). "Run Through The Light" destaca o trabalho dos novos integrantes da banda, o ouvinte já começa a não pensar mais em Jon Anderson (e Rick Wakeman, também). Mas nada preparou o ouvinte, Prog ou New Wave, para a jam-suíte regada a Reggae chamada "Tempus Fugit", uma usina de força que demonstra toda a versatilidade e potencial de Chris Squire e Alan White, seguramente uma das melhores cozinhas da história da Música. Essa última música é seguramente um dos momentos culminantes da produção do Yes, em todos os tempos.Enfim, um disco surpreendente em vários sentidos. Para além das surpresas, uma grata adição à discografia do Yes (tanto que, na primeira oportunidade, Jon Anderson voltou correndo para a banda). Se quem gostou do álbum "90125" do Yes, ou da banda Asia, deve deixar os preconceitos de lado e dar uma chance ao disco. É diferente de tudo que o Yes fez antes, com novidades em profusão. Também mostra uma articulação nova de elementos característicos da banda, uma prova de sobrevivência e criatividade.
Faixas
01. Machine Messiah (10:27) 02. White Car (1:21) 03. Does It Really Happen? (6:34) 04. Into the Lens (8:31) 05. Run Through the Light (4:39) 06. Tempus Fugit (5:14)
Confira abaixo os vídeo clips de duas faixas do álbum Drama:
"Tempus Fugit" - Yes
"Into The Lens" - Yes
Fonte: Whiplash
Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band - Beatles
Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band é o oitavo álbum lançado pelos Beatles. Gravado em 129 dias em aproximadamente 700 horas, foi lançado em 1 de junho de 1967 na Inglaterra, e no dia seguinte nos Estados Unidos. Considerado como álbum inovador desde sua técnica de gravação até a elaboração da capa. Pelo pouco apelo comercial, não foi tocado nas rádios, mas vendeu 11 milhões de cópias só nos Estados Unidos. Foi gravado na época que a Beatlemania estava em declínio. Os Beatles estavam cansados das turnês e tinham acabado de fazer uma em agosto de 1966.Devido às declarações de John Lennon dizendo que os Beatles eram mais populares que Jesus Cristo, algumas cidades não os receberam bem, e na Filadélfia eles acabaram enfrentado tumultos devido a esta declaração. Devido a isso tudo, os Beatles resolveram se tornar uma banda de estúdio e não mais excursionar. Para os críticos, isso significaria o fim da banda. Retirando-se das turnês, pela primeira vez na carreira eles tiveram tempo de se dedicar mais ao próximo álbum. Para isso tiveram acesso ilimitado a tecnologia dos estúdios da Abbey Road, afinal eles eram o grupo de maior sucesso da EMI. Na época da gravação do álbum, os integrantes da banda tinham desenvolvido outros interesses musicais e começavam a incorporam uma variedade de influências.Eles estavam tomando familiaridade com novos instrumentos, como por exemplo o órgão Hammond e o piano elétrico; familiarizando-se com vários instrumentos de cordas, de sopro, de percussão e alguns instrumentos exóticos como a sitar. Os Beatles também usaram o efeito do novo pedal wah-wah e da fuzzbox; aumentavam a velocidade de vozes e intrumentos com os microfones Leslie. O Sgt. Peppers coincidiu com a introdução de importantes inovações na música. O trabalho de Bob Dylan, Frank Zappa, Velvet Underground, Jimi Hendrix, Phil Spector, e Brian Wilson estavam radicalmente redefinindo não só em termos de composição como de gravação. Os estúdios de gravação e a tecnologia tinham alcançado um alto grau de desenvolvimento. As velhas regras de composição estavam sendo abandonadas; as músicas tinham um complexo tema lírico e tornavam-se mais longas. Pouco tempo depois da retirada dos palcos, os Beatles lançaram um compacto com "Penny Lane" e "Strawberry Fields Forever". A idéia de fazer um álbum conceitual, em que todas as canções estão ligadas, surgiu de Paul McCartney. A idéia central era fazer um álbum como se os Beatles fossem realmente a Banda de Sgt. Pepper's (ou Banda do Clube de Corações Solitários do Sargento Pimenta) porém o conceito foi abandonado a partir da segunda canção. Gravado em uma época de psicodelia e experimentação, o álbum, produzido por George Martin é um precurssor de técnicas de gravação e composição. Foi o primeiro disco gravado em oito canais, com dois consoles de quatro canais. Foi, além disto, um êxito de vendas e popularidade. Incorporou técnicas muito inovadoras no mundo da música.A idéia central do álbum consistiu na que os Beatles tomaram o papel da Banda do Clube de Corações Solitários do Sargento Pimenta, deixando para trás limitações e transformando o rock em objeto de culto. Em 13 canções levam ao límite o conceito do rock, agregando orquestações, instrumentos hindús, gravações tocadas ao revés e sons de animais. Rock, music hall, baladas, jazz e até música oriental se mesclam em Sgt. Pepper´s. É frequentemente citado como o melhor e mais influente álbum da história do rock e da música. Em 2003, a revista especializada em música Rolling Stone colocou Sgt. Pepper's no topo de uma lista de 500 melhores álbuns de todos os tempos. Curiosidades:
- Durante a gravação de Sgt. Pepper´s nos estúdios Abbey Road, uma nova banda gravava seu primeiro álbum, fazendo um som bem experimentalista (maluco mesmo), característica da época. O disco viria a se chamar Piper At The Gates Of Dawn. O líder da banda, Syd Barret. E a banda, Pink Floyd.
- Diz a lenda que Brian Wilson (líder dos Beach Boys) ouviu Rubber Soul e ficou maluco com o som tirado pelos Beatles. Combinando o som dessa obra com a influência das produções do Phil Spector, Brian e banda se trancaram no estúdio e lançaram Pet Sounds. Aí, Paul McCartney ouviu Pet Sounds e ficou doidão. Entrou no estúdio com um tal de Lennon e mais dois (três, tinha o George Martin) e fizeram Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band. Em resumo: Rubber Soul “inspirou” Pet Sounds, que “inspirou” Sgt. Pepper's.
- O ambiente dentro da banda na época de gravação de Sgt. Pepper não era dos melhores. Já não mais compunham juntos, apenas mostravam as canções feitas um para o outro no estúdio.
- Muitos acreditam que a capa contém uma mensagem oculta sobre a suposta morte de Paul McCartney, já que na parte inferior deles parece haver uma tumba adornada com flores e um contrabaixo (também feito de flores) e com 3 cordas apenas, o que significaría que faltava um Beatle.
- Foi o primeiro disco que se vendeu com as letras das canções impressas.
- Dois dos maiores sucessos da banda, Strawberry Fields Forever e Penny Lane, estariam em Sgt.Pepper´s, mas foram lançados como um single (compacto).
- O disco recebeu 4 Grammys, entre eles "Álbum do Ano".
Faixas
1- "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band" - 2:02 2- "With a Little Help from My Friends" - 2:44 3- "Lucy in the Sky with Diamonds" - 3:28 4- "Getting Better'" - 2:47 5- "Fixing a Hole" - 2:36 6- "She's Leaving Home" - 3:35 7- "Being for the Benefit of Mr. Kite!" - 2:37 8- "Within You Without You" - 5:05 (George Harrison) 9- "When I'm Sixty-Four" - 2:37 10- "Lovely Rita" - 2:42 11- "Good Morning Good Morning" - 2:41 12- "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band (Reprise)" - 1:18 13- "A Day in the Life'" - 5:33
O Camel foi formado em 1971 quando os ex-membros do The Brew, Andrew Latimer (guitarra), Andy Ward (bateria) e Doug Ferguson (baixo) recrutaram Peter Bardens (teclado). Após uma apresentação inicial para cumprir um acordo com o nome On, mudaram seu nome para Camel e realizaram em 4 de dezembro sua primeira apresentação no Waltham Forest Technical College em Londres. Em agosto de 1972 a banda assinou com a MCA Records e seu álbum de estréia Camel foi lançado seis meses após. O quarto álbum Moonmadness foi lançado em 1976, continuando o sucesso dos anteriores, mas foi o último com a então atual formação da banda. Moonmadness marca o fim da era clássica do Camel, sendo o último álbum com o baixista Doug Ferguson, que mesmo aparentemente um tanto "substituivel" caracterizava muito a sonoridade do grupo. E se é pra fechar esta grande fase, que seja com chave de ouro. Moonmadness é sensacional, está tudo aqui, a passional guitarra de Latimer ("Chord Change"), os impagáveis solos de Bardens ("Song Within a Song" e "Lunar Sea") e a gentil flauta também de Latimer ("Air Born"). A banda aqui acabou utilizando mais sintetizadores atingindo um som mais espacial e menos rock 'n roll. Os vocais também são em maior quantidade. A sinergia e integração dos quatro músicos neste trabalho são simplesmente perfeitas. Andrew Latimer é indiscutivelmente um dos melhores guitarristas que já surgiram dentro do gênero rock progressivo, além de ser também um brilhante flautista. É realmente incrível o quanto ele consegue transmitir de emoção num solo de guitarra ou num toque de flauta. Os outros músicos são todos de altíssimo nível também e têm participações igualmente importantes ao longo de todo este trabalho. A dupla Doug Ferguson (baixo) e Andy Ward (bateria) cuidam da seção rítmica com toda a competência que lhes é peculiar. Este é um álbum conceitual, cada música reflete a personalidade de um integrante, 'Chord Change' é Peter Bardens, com um solo de guitarra de Latimer muito emocional, as vezes fazendo lembrar a fase Wish You Were Here do Pink Floyd. 'Air Born' é Andy Latimer, e a beleza dessa música é extraordinária, seja na flauta do começo, nos vocais e na banda em geral. 'Lunar Sea' é Andy Ward, sendo outra ótima música onde destaca-se os teclados espaciais de Bardens, numa autêntica viagem cósmica de mais de 9 minutos. 'Another Night' é Doug Ferguson, sendo a música que mais alcançou a mídia, mas ainda assim ótima. O tecladista Peter Bardens indiscutivelmente é o maior destaque entre os músicos que participaram do álbum, pois além de ter sido um forte compositor para o Camel, fazia um duo vital para a grande parte das composições junto com o guitarrista Andrew Latimer. A saída de Bardens ocorreu precisamente na metade do ano de 1978 e no dia 23 de Janeiro de 2002, viria infelizmente a falecer. Mel Collins (saxofone) reuniu-se com a banda para a turnê seguinte, começando um relacionamento de oito anos com o grupo. Ward estava direcionado para um som mais jazz, o que levou à saída de Ferguson da banda no início de 1977.Sem dúvida, um dos 3 melhores discos de rock progressivo da história. O conjunto instrumento-voz é perfeito. Mesmo se tratando de uma banda que poucos privilegiados conhecem, se trata também de uma das melhores bandas de progressivo de todos os tempos, equiparando-se com monstros sagrados como Pink Floyd e Genesis. Em resumo, Moonmadness é uma obra de arte incomparável e atemporal.
8- "Another Night" (Single Version) – 3:22 9- "Spirit of the Water" (Demo) – 2:13 10- "Song Within a Song" (Recorded Live at Hammersmith Odeon) – 7:11 11- "Lunar Sea" (Recorded Live at Hammersmith Odeon) – 9:51 12- "Preparation / Dunkirk" (Recorded Live at Hammersmith Odeon) – 9:32
A banda canadense Rush teve sua primeira formação em 1969. Em seus mais de 25 anos de história produziu não apenas álbuns de hard-rock, mas verdadeiras obras primas de lirismo e musica, que chegaram a fazer com que a banda fosse caracterizada por muitos como rock progressivo. A primeira formação da banda contava com o baixista e vocalista Geddy Lee (Gary Lee Weinrib), o guitarrista Alex Lifeson (Alex Zivojinovich) e o baterista John Rutsey, companheiros de escola. Esta formação tocava covers de bandas de hard rock como Led Zeppelin e Cream no circuito de clubes de Toronto. O nome Rush foi sugerido pelo irmão do baterista John Rutsey. Em 1974, logo após a gravação do primeiro álbum auto-intitulado, o baterista John Rutsey abandonou a banda (devido a diferenças musicais e possíveis problemas de saúde), sendo substituído pelo lendário Neil Peart (considerado até hoje um dos melhores, senão o melhor, baterista de rock do mundo).Mais do que um baterista, haviam conseguido um excelente letrista cujos trabalhos casavam perfeitamente com as composições de Geddy Lee e Alex Lifesson. Desde então a formação da banda não mudou. Em 25 de Setembro de 1982, a banda lançou seu nono álbum intitulado "Signals", que vinha com a proposta de modernizar o som da banda, incluindo samplers, teclados e sintetizadores nos arranjos, deixando um pouco de lado as guitarras e abordando temas futuristas. Signals abriu a terceira fase da banda.“New World Man” que tocou nas rádios, lembrava o som do The Police. Foi uma fase totalmente experimental para a banda. Neil Peart foi muito elogiado pelo trabalho que realizou na bateria deste álbum. As canções têm letras relacionadas com as fases da vida, em ordem cronológica. A faixa “The Weapon” dá continuidade à série “Fear”. “Subdivisions” ganhou um vídeo clip, assim como a fantástica “Countdown”, que tem um clima totalmente futurístico e conta com belíssimas imagens da NASA. "Losing It" contou com a participação especial de Ben Mink, fazendo um belíssimo solo de violino.Signals é sem dúvida um disco totalmente diferente do que o Rush já havia feito, porém, não deixa de ser um belíssimo e interessante trabalho e prova que é possível uma banda de rock usar teclados e sintetizadores de uma maneira inteligente e sem perder a essência do estilo. Faixas
1- Subdivisions (5:33) 2- The Analog Kid (4:46) 3- Chemistry (4:56) 4- Digital Man (6:20) 5- The Weapon (Part II of Fear) (6:22) 6- New World Man (3:41) 7- Losing It (4:51) 8- Countdown (5:49)
O Genesis é uma banda britânica, que foi marcada por duas fases bem distintas. Na primeira fase, em que o líder e vocalista da banda era Peter Gabriel, o Genesis foi um dos melhores e mais influentes grupos do rock progressivo. Já após a saída de Gabriel, quando o baterista Phil Collins assumiu os vocais, a banda passou a fazer um som mais pop e de uma qualidade inferior. O maior marco da fase Gabriel é Selling England By The Pound. É a obra prima do Genesis, e uma das maiores obras do rock progressivo. O disco lançado em 1973 estava tão além em termos de criatividade e musicalidade que chegou a ser disco de ouro em 1990 nos Estados Unidos. Outra marca da banda era a imensa qualidade dos músicos, Steve Hackett na guitarra e violão, Tony Banks nos teclados, Mike Rutherford no baixo, violão e guitarra, além de Phil Collins que ainda era "apenas" um excelente baterista. Grande mostra disso é a faixa de abertura "Dancing With The Moonlit Knight", com a maravilhosa combinação do teclado de Banks com a guitarra de Hackett.A ótima "I Know What I Like (In Your Wardrobe)" foi o maior sucesso do álbum. "Firth of Fifth" é não só o maior destaque do álbum como uma das maiores obras do rock progressivo. Um verdadeiro show de Tony Banks, e com direito ainda a um maravilhoso solo de guitarra de Hackett. "More Fool Me", traz Phil Collins nos vocais e é uma pequena amostra do som que o Genesis viria a fazer. "The Battle Of Epping Forest" e "The Cinema Show" são duas fantásticas composições de mais de 11 minutos onde todos brilham. Um dos discos mais importantes do rock progressivo, obrigatório para os amantes do gênero. Faixas:
1- "Dancing With the Moonlit Knight" – 8:04 2- "I Know What I Like (In Your Wardrobe)" – 4:07 3- "Firth of Fifth" – 9:35 4- "More Fool Me" – 3:10 5- "The Battle of Epping Forest" – 11:49 6- "After the Ordeal" - 4:13 7- "The Cinema Show" – 11:06 8- "Aisle of Plenty" – 1:32
Quem não se lembra do hit "I Won't Let You Down", gravado por uma estranha e desconhecida banda chamada Ph.D., no início dos anos 80, e que foi um tremendo sucesso aqui no Brasil? Infelizmente o Ph.D. foi mais uma daquelas bandas que fazem um único hit de sucesso para as rádios FM e que depois desaparecem por completo. O nome "Ph.D." foi criado a partir da combinação da letra inicial do sobrenome dos integrantes: Simon Phillips (baterista), Tony Hymas (pianista e tecladista) e Jim Diamond (vocalista), sendo que os dois primeiros são ex-integrantes da extinta e espetacular banda Jeff Beck Group. O excelente álbum mostra a competência de um trio de músicos que chegam a nos fazer esquecer por completo os instrumentos que não estão lá, como a guitarra e o baixo. As músicas são de uma variedade de clima fantásticas, do tipo que fogem do padrão musical estabelecido pelas gravadoras. Jim Diamond mostra um vocal forte e feroz, com um belíssimo e inconfundível timbre. Hymas faz riffs fantásticos e pegajosos nos teclados e sintetizadores, dignos daquelas propagandas de TV sobre cigarros, cheias de muita ação. Na bateria, Simon Philips, através de viradas espetaculares, dá o suporte perfeito para que toda esta obra se tornasse o grande trabalho que é. Destaques para "Oo Sha Sha", "Oh Maria", "Poor City", e é claro, a clássica e conhecida "I Won't Let You Down", sucesso no mundo inteiro e que teve seu clip exibido exaustivamente em programas de TV aqui no Brasil. A fantástica faixa de abertura "Little Suzy's On The Up" foi, curiosamente, o quinto vídeo-clip a ser exibido na estréia da MTV americana no primeiro dia de agosto de 1981. Em 1986, este mesmo hit veio a receber uma nova versão da banda Tesla, sendo incluída no álbum Mechanical Resonance. O primeiro álbum do Ph.D. é daqueles que nos faz vibrar logo ao escutarmos pela primeira vez, fazendo-nos dizer "era isso que eu procurava a tanto tempo e não encontrava". Após a banda ter terminado em 1983, numa curta carreira com apenas dois álbuns, Jim Diamond seguiu carreira solo partindo para um lado mais romântico, lançando pouco tempo depois o hit “I Should Have No Better", que também fez muito sucesso aqui no Brasil. A grande notícia veio no ano passado, sabendo-se que Jim Diamond voltou a se reunir com Tony Hymas em estúdio, após longos 24 anos, para a gravação de um futuro álbum. Se seguir nos moldes do primeiro disco, com absoluta certeza será mais um motivo para uma verdadeira euforia musical de nós, amantes da boa música. Como é bom descobrir bons sons como este!
Faixas:
1- Little Suzie's On The Up 2- War Years 3- Oh Maria 4- OO Sha Sha 5- I Won't Let You Down 6- There's No Answer To It 7- Poor City 8- Up Down 9- Hollywood Signs 10- Radio To On
Lançado em 23 de janeiro de 1977, “Animals”, em linhas gerais, é um álbum absolutamente anti-comercial (apesar disso, vendeu cerca de 12 milhões de cópias). Duas faixas de menos de dois minutos, três com mais de dez. Quem o observa de forma desatenta e sem conhecer seu conteúdo pode imaginar que o Floyd estaria voltando ao formato sonoro de “Atom Heart Mother”, o famoso disco da vaca. Entretanto, "Animals" traz uma roupagem completamente diferente de tudo o que eles haviam feito até aquele momento. O disco todo fundamenta-se no livro “A Revolução dos Bichos” de George Orwell, mas não limita-se a ele. Apesar de algumas sutis doses de sarcasmo, “Animals” é um trabalho sério, no qual o genial Waters expressa sua fúria contra a sociedade capitalista e os que detém o poder oprimindo injustamente os menos capacitados. Para desenhar esse mundo, o baixista e compositor divide as pessoas em três categorias animalescas, que levam os títulos das faixas dois, três e quatro ("Dogs", "Pigs" e "Sheep"). Para ele, “Pigs” são quem detém o poder, os políticos inescrupulosos, aqueles que controlam as massas. Waters refere-se a eles como pessoas sem coração, de atitudes falsas para ludibriar as outras classes e manter a aparência de que tudo está bem. Margareth Tatcher, ex-Primeira Ministra inglesa, é citada na música, assim como Mary Whitehouse, famosa moralista e inimiga do Pink Floyd. Waters conceitua “Dogs” como os burgueses que fazem qualquer coisa para subir na vida, e quem sabe um dia tornarem-se “Pigs”. Trechos da música trazem claramente a forma maquiavélica pela qual agem para alcançar seus objetivos sórdidos (“A certain look in the eye, and an easy smile, You have to be trusted, By the people that you lie to, So that when they turn their backs on you ,You'll get the chance to put the knife in…”). Outra interpretação trataria os “Dogs” os repressores, aqueles que, pelas ordens de outros ("Pigs"), usam o poder para manter a ordem. Sob esse prisma, “Pigs” e “Dogs” seriam aliados. Entretanto, creio não ser essa a melhor visão. Primeiramente, o disco deixa claro que os “Dogs” desejam ardentemente tornar-se “Pigs”, e mostram-se inconformados por sua situação de ascendentes. Além disso, veja-se que na última estrofe de “Sheep”, Waters menciona que os “Dogs” teriam sido exterminados (certamente em função da ameaça que poderiam representar ao reinado dos “Pigs"), e que só teriam sobrado "Pigs" (dominantes) e "Sheep" (dominados). Em outro trecho da música, Waters fala sobre o trágico fim dos “Dogs”: solitários, questionando-se sobre valores morais, e morrendo de câncer pelo remorso de seus atos. Curiosamente, mesmo após detonar os caninos, Waters, na segunda parte de “Pigs on the Wing”, refere-se a si mesmo como um “Dog”. Por fim, o baixista traz ao público “Sheep”. A referência de ovelhas são para o povo, que sem querer e-ou poder pensar, segue fielmente e sem questionamentos os seus líderes. Waters usa termos como “submisso” e “obediente” para referir-se ao povo oprimido. No curso da música, Waters faz menção a atos revolucionários para que as ovelhas deixem de ser um rebanho pacífico (“March cheerfully out of obscurity, Into the dream”), mas em seguida frustra as expectativas das ovelhas, alertando-as para a necessidade de submissão aos porcos, caso queiram sobreviver, já que os próprios “Dogs” teriam sido exterminados por causa de sua inquietude. Também há explícitas referências ao Salmo 23, em “Sheep”, como uma clara crítica à Igreja e à forma pela qual a religiosidade age para tornar o povo submisso e seguidor de lideranças previamente determinadas. Em relação a “Pigs on the Wing" (Partes 1 e 2), a primeira e a quinta faixa devem ser avaliadas juntas. Ambas são raríssimas declarações de amor de Waters à sua esposa, Caroline. Roger tenta dizer, em outras palavras, que apenas o amor e a mútua proteção podem protegê-los dos males causados pelos “animais” e pela sociedade como está posta. Apesar do fundo político-social, e da constante busca das letras em evidenciar as desigualdades e a ganância, “Animals” também tem em sua musicalidade um ponto muito forte. “Pigs on the Wing” trazem consigo uma suavidade intensa no dedilhar do violão e na voz levemente esganiçada de Waters, para introduzir (faixa 01) e fechar o disco (faixa 05), como se fossem uma casca, preparando o brilhante recheio. “Dogs”, apesar dos seus 17 minutos, está muito longe de ser cansativa. Talvez seja a mais “floydiana” das faixas: a harmonia dos solos de Gilmour (ouça a música e diga se ela não vai preparando terreno para os solos), as distorções antes da parte final, a inigualável presença do baixo, os brilhantes questionamentos de Waters ao final... “Pigs” e “Sheep” mantém uma linha rítmica mais constante. Novamente aqui David Gilmour faz a diferença, quer na magistral condução instrumental da primeira ou do frenético ritmo dos solos e riffs da última, onde Wright também aparece de forma destacada. Um amigo uma vez me disse que Gilmour toca com a alma, e suas mãos só executam o comando. Animals é o melhor disco do Floyd? Não tenho a pretensão de fazer ninguém acreditar nisso, até por que sei que essa discussão é inútil, e também porque eu mesmo acredito que eles fizeram algo melhor, antes e depois da separação de Waters e Gilmour.Entretanto, é um álbum que merece ser ouvido, avaliado, dissecado. Seu contexto, seu formato, sua musicalidade, o momento no qual foi gravado. Tudo remete à genialidade compositora de Waters e à sublime suavidade melódica de Gilmour, diametralmente opostos, mas ainda juntos, como dia e noite, como Grêmio e Inter, como cérebro e espirito. Sem dúvida, discoteca básica para qualquer amante do Rock’n Roll.
A capa
A capa de Animals é considerada uma das melhores da história e o anúncio do álbum na época foi no mínimo espetacular. As fábricas evocam uma atmosfera de poder. Segundo Waters, o porco que aparece sobrevoando a área, era pra demonstrar ganância. Como Waters não queria um porco colocado artificialmente na capa, construiu-se um artefato gigantesco em formato de um porco que, cheio de gás hélio, ficaria flutuando em volta da Battersea Power Station, uma usina elétrica instalada às margens do rio Thames. Um batalhão de fotógrafos foi chamado para testemunhar e fotografar o lançamento do ''balão'' de hélio, que foi construído na Alemanha, pela Baloon Fabrik, a mesma que fabricou os famosos zepelins. As fotografias seriam usadas na capa do álbum e no material promocional do novo álbum. No primeiro dia, talvez por falta de combustível, o porco metálico não saiu do chão. No segundo dia, uma nova tentativa foi feita e desta vez o porco não apenas voou, como se soltou do cabo que o prendia e passou a flutuar livremente pelo céu. O primeiro a dar sinal da visão insólita foi um piloto de um avião que deu testemunho de sua visão depois de descer no aeroporto de Hearthrow. Foi dado o alarma aos aviadores de que um porco cor-de-rosa, com mais de 40 pés estava flutuando sobre Londres. O contato do radar com o ''bicho'' perdeu-se quando indicava que ele estava voando a 18 mil pés de altura em direção à Alemanha. Finalmente ele desceu à terra, ainda na Inglaterra, em Kent. Vale ressaltar, que um atirador foi contratado caso o porco se soltasse. No entanto, ocorreu o esperado. O porco soltou-se e o atirador falhou em sua tentativa. Pelo perigo representado a toda a aviação, a banda teve que pagar uma pesada multa ao governo britânico pelo ocorrido.Desde então, o porco acabou virando símbolo da banda e podia ser visto em todas as apresentações ao vivo, flutuando sobre o palco e o público.
Faixas
1 - Pigs on the Wing (part 1) - 1:25 2 - Dogs - 17:08 3 - Pigs (Three Different Ones) - 11:28 4 - Sheep - 10:20 5 - Pigs on the Wing (part 2) - 1:25
Após o tremendo sucesso de seus três primeiros singles “Everybody”, “Burning Up” e “Holiday”, o primeiro álbum da cantora com título homônimo foi lançado em 27 de Julho de 1983, sendo relançado em 1985 com capa diferente como The First Album. "Everybody", foi produzida pelo próprio Mark Kamins, sendo lançada no mercado no final de 1982, tendo se tornado sucesso imediato nos Estados Unidos. "Holiday" e "Burning Up", esta última produzida por Jellybean Benitez, saíram já na sequência em Junho de 1983. Madonna decidiu trabalhar com o produtor Reggie Lucas no seu primeiro álbum. “Lucky Star”, canção escrita por Madonna, e “Borderline”, composta por Lucas, foram as primeiras canções do álbum a serem gravadas. Lucas produziu o álbum à sua maneira, fazendo com que Madonna percebesse que tinham conceitos e idéias diferentes. Sendo assim, a cantora entregou o álbum depois de produzido para seu amigo Jellybean Benitez, que remixou-o por completo. A canção "Ain't No Big Deal" estava originalmente pretendida para estar entre as faixas do álbum. No entanto, Stephen Bray, um antigo colaborador e namorado de Madonna tinha vendido os direitos autorais da canção para outro selo. "Ain't No Big Deal" foi substituida por “Holiday”, tendo sido inicialmente oferecida para Mary Wilson (ex-The Supremes), que a recusou. Sorte de Madonna, pois “Holiday”, escrita por Curtis Hudson e Lisa Stevens, alcançou o 16º lugar na Billboard britânica. O vídeo-clip de “Borderline” estreou na até então recente emissora de TV americana, a MTV, ajudando a alavancar ainda mais o sucesso do álbum e da cantora. Em 1989, o primeiro álbum de Madonna ficou em 50º lugar na lista da Rolling Stone dos 100 maiores álbuns dos anos 80. Embora tenha parecido um tanto quanto “tolinho” na época, hoje é possível analisarmos este álbum mais precisamente e elevá-lo bem além de algumas críticas recebidas na época. Para se ter uma idéia, Madonna teve sua voz criticada e considerada como “irritante como o inferno”, segundo a revista Rolling Stone. Apesar disso, o álbum recebeu muitas críticas positivas e chamado ainda de “um irresistível convite à dança”. O álbum foi relançado em versão remasterisada em 2001 com dois "remixes", como faixas bônus. Madonna dedicou o álbum ao seu pai, Tony Ciccone.
Ficha
Álbum – Madonna Data de Lançamento: 1983 Duração: 36 minutos
Faixas:
1- Lucky Star (5:37) 2- Borderline (5:20) 3- Burning Up (3:45) 4- I Know It (3:47) 5- Holiday (6:10) 6- Think of Me (4:54) 7- Physical Attraction (6:39) 8- Everybody (6:02)
Na Nova York dos anos 70, Serpico (Al Pacino) é um policial jovem e idealista que, ao contrário de muitos de seus colegas, se nega a aceitar dinheiro oriundo da extorsão de criminosos locais. Com isso, ele passa a enfrentar a resistência de seus superiores em aceitar seus métodos pouco ortodoxos de combate ao crime e, mais, deixa clara a sua indignação diante da corrupção generalizada entre seus colegas da polícia, passando a colocar a própria vida em risco.
Espantalho
Encontro de dois homens numa estrada deserta da Califórnia. Um, Max, acaba de sair da prisão, o outro, Lion, está de regresso a casa, depois de muitos anos como trabalhador marítimo. Juntos, lançam-se na grande aventura pela estrada fora...
Muito Além Do Jardim
Chance (Peter Sellers), um homem ingênuo, passa toda a sua vida cuidando de um jardim e vendo televisão, seu único contato com o mundo. Ele nunca entrou em um carro, não sabe ler ou escrever, não tem carteira de identidade, resumindo: não existe oficialmente. Quando seu patrão morre, é obrigado a deixar a casa em que sempre viveu e, acidentalmente, é atropelado pelo automóvel de Benjamin Rand (Melvyn Douglas), um grande magnata que se torna seu amigo e chega a apresentá-lo ao Presidente (Jack Warden). Curiosamente, tudo dito por Chance ou até mesmo o seu silêncio é considerado genial. Paralelamente a saúde de Benjamin está crítica e Eve Rand (Shirley MacLaine), sua esposa, se apaixona por Chance.
Água Para Elefantes
Jacob Jankowski (Hal Holbrook) já passou dos 90 anos e não consegue esquecer seus momentos da juventude nos anos 30, período difícil da economia americana, que o levou a trabalhar num circo. Foi lá, enquanto era jovem (Robert Pattinson) e um ex estudante de Veterinária, que ele conheceu a brutalidade dos homens com seus pares e também com os animais, mas encontrou a mulher por quem se apaixonou. Marlena (Reese Whiterspoon) era a Encantora dos Cavalos, a principal atração e esposa do dono do circo: August (Christoph Waltz) um homem carismático, mas extremamente perigoso quando suas duas paixões estavam em jogo.
Lendas Da Paixão
Três irmãos, três destinos. Alfred (Aidan Quinn) o reservado, o caçula Samuel (Henry Thomas) o protegido, e o do meio, Tristan (Brad Pitt), aprendeu com os índios a ter um espírito aventureiro. Ao trazer de volta para o rancho do pai (Anthony Hopkins) uma bela jovem (Julia Ormond), Samuel inicia um conflito de paixões que pode terminar em tragédia para sua família.
Arraste-me Para O Inferno
Los Angeles. Christine Brown (Alison Lohman) trabalha como analista de crédito e vive com seu namorado, o professor Clay Dalton (Justin Long). Um dia, para impressionar seu chefe, ela recusa o pedido de uma senhora (Lorna Raver) para conseguir um acréscimo em seu empréstimo, de forma que possa pagar sua casa. Como vingança ela joga uma maldição sobrenatural na vida de Christine.
A Última Profecia
John Klein (Richard Gere) é um respeitado jornalista que trabalha no Washington Post. Ele e sua esposa, Mary (Debra Messing), procuram uma nova moradia e acabam encontrando a casa de seus sonhos. Porém, pouco depois de decidirem pela compra são vítimas de um acidente de carro e o estado de Mary é grave. No hospital, ao fazer exames, se descobre que ela é portadora de um tipo de tumor no lóbulo temporal muito raro. Ela passa a ter visões e logo depois morre. Chocado com o ocorrido, John vai até o hospital retirar os pertences de Mary e descobre esboços com variações de uma estranha imagem, que ela havia desenhado Isto o impressiona, pois apesar de mostrarem uma criatura alada de forma nenhuma se assemelha com um anjo. Dois anos depois, ao dirigir para Richmond para um encontro profissional, se desvia inexplicavelmente 650 quilômetros da sua rota, indo para Point Pleasant, uma pequena localidade em West Virginia. Ele parou ali pois seu carro aparentemente apresentava problemas, mas ao pedir para telefonar é ameaçado por Gordon Smallwood (Will Patton), que lhe aponta uma arma dizendo que é o estranho que, pela terceira vez, aparecia na sua casa às duas e meia da madrugada. A situação é contornada por Connie Parker (Laura Linney), uma policial. Além disto tenta entender como percorreu uma distância tão grande em menos de duas horas. No outro dia, ao tentar resolver o problema do seu carro, descobre que o veículo não tinha nenhum defeito. Ao saber que estranhos fenômenos ocorreram, ele fica no local a fim de investigar e fica sabendo que tais fatos estão relacionados às imagens desenhadas por Mary pouco antes de sua morte.
Hoosiers
Um treinador com um passado turbulento e o bêbedo local treinam a equipa de basquetebol do liceu de uma pequena cidade para se participar no grande campeonato.
A Dama De Ferro
Antes de se posicionar e adquirir o status de verdadeira dama de ferro na mais alta esfera do poder britânico, Margaret Thatcher (Meryl Streep) teve que enfrentar vários preconceitos na função de primeiro-ministra do Reino Unido em um mundo até então dominado por homens. Durante a recessão econôminica causada pela crise do petróleo no fim da década de 70, a líder política tomou medidas impopulares, visando a recuperação do país. Seu grande teste, entretanto, foi quando o Reino Unido entrou em conflito com a Argentina na conhecida e polêmica Guerra das Malvinas.
Os Amores De Picasso
Em 1943 o famoso pintor Pablo Picasso (Anthony Hopkins), com 60 anos, conhece Françoise Gilot (Natascha McElhone), que tem 23 anos, sonha ser pintora e idolatra o grande mestre. Ela se tornaria sua amante, mas isto não impede Picasso de ser infiel. Françoise lhe dá dois filhos, Claude e Paloma, e aceita as mulheres dele como parte do relacionamento. Ele, em contrapartida, lhe mostra grandes obras de arte e a apresenta aos grandes mestres, mas a união gradativamente começa a se desgastar de forma inexorável.